domingo, 25 de novembro de 2012

Plano de Aula: Como é Comemorado o Natal no Mundo


Projeto no Carmelinha
Tema: Como é comemorado o natal no mundo.
Objetivos: Conhecer como o natal é comemorado em outros países.
Identificar diferenças e igualdades de cada país.
Expor suas vivências natalinas.
Valorizar cada modo de comemoração natalina.
Refletir sobre as características de cada família festejar.

Desenvolvimento:

1º momento: Apresentar as diferentes formas de comemorar o natal em diversos países.
Traçar um paralelo entre as comemorações dos outros países com o nosso, observando diferenças e igualdades.
2º momento: Criar um desenho que mostre como é comemorado o natal na casa de cada um.
Apresentar para turma o desenho e uma breve explicação de como é festejado o natal em sua casa.
3º momento: Refletir que mesmo que cada país tenha o seu perfil de comemoração, cada família cria uma característica própria que diferencia uma da outra.



Material de Pesquisa


O Natal é uma festa comemorada no mundo inteiro, independente do idioma, da raça, da condição econômica ou da idade. Esta comemoração é universal e cada país segue sua tradição, respeitando suas lendas e seus costumes.

Inglaterra - Comemorando o Natal a mais de mil anos, a Inglaterra pode ser considerada expert em festejar a data. Assim como no Brasil, a tradição do país engloba a troca de presentes, pinheiros decorados e músicas natalinas. 

Austrália – O Natal dos australianos lembra a origem britânica do país. Sendo assim, os elementos festivos remetem à cultura inglesa. Há, porém, uma diferença interessante. Por ser um país quente, alguns costumam comemorar o Natal nas belas praias australianas. 

Suécia  – Na Suécia e nos demais países escandinavos, o Natal coincide com as comemorações do Dia de Santa Luzia. Por conta disso, as festas começam no dia 13 de dezembro. Esta data é marcada por devotos, que participam de uma procissão empunhando tochas acesas. 

Finlândia  – Neste país há pelo menos dois costumes que causam estranhamento. O primeiro é que os finlandeses costumam frequentar saunas na véspera de Natal. O segundo é a tradição de homenagear os entes falecidos nos cemitérios. 

Rússia  – Durante o regime comunista, as árvores de Natal foram banidas da Rússia para serem substituídas por árvores de Ano Novo. O Natal é comemorado 13 dias após a festividade ocidental. Segundo a tradição do país, a ceia deve ter mel, grãos e frutas, mas sem adegustação de carnes.

Japão – Do outro lado do mundo, com população de apenas 1% cristã, a festividade de Natal só ganharam força por questões econômicas. A tradição foi influenciada pelos Estados Unidos após a Segunda Guerra.

Iraque – O Natal do Iraque também é comemorado de forma acanhada. Os poucos cristãos do local festejam a data com a leitura da Bíblia em família. Outros realizam o “toque da paz”, uma espécie de bênção que as pessoas recebem de um padre.

África do Sul – Na África do Sul o Natal acontece no verão, quando a temperatura chega a passar dos 30 graus. Por conta do calor, os banquetes natalinos acontecem nos jardins ou no quintal. As árvores e os presentes de natal são obrigatórios.

Alemanha - Além dos eventos comuns a outros países, na Alemanha quatro domingos antes do Natal as famílias se reúnem para fazer uma coroa com quatro velas, a Coroa do Advento. Nos domingos seguintes as velas são acesas, uma a cada domingo. Outra tradição diferenciada é o ato de enfeitar as árvores com pequenas bolachas cobertas de glacê colorido, as pfefferkuchen.

Bélgica - Já no dia 4 de dezembro Papai Noel, São Nicolau, sai visitando as crianças e pergunta quem se comportou bem. Dos dias mais tarde, no dia 6, ele deixa presentes nas cestinhas deixadas pela criançada perto da porta. Algumas crianças deixam cenouras nas cestinhas para as renas do bom velhinho.
Brasil - As comemorações natalinas não fogem ao padrão de outros países com a maior parte da população católica. Nessa época não pode faltar árvore de Natal decorada com bolas, pisca-pisca e, como o País é muito grande, em determinadas regiões são utilizados produtos locais como enfeites. Na ceia tem o tradicional peru, pernil, as indispensáveis rabanadas e frutas variadas. No dia 24 as famílias e os amigos se reúnem e trocam presentes. Os católicos praticantes não faltam à Missa do Galo.
Espanha - O presépio é o símbolo máximo da época. Ele é feito por adultos e crianças, alguns são representados por pessoas e à meia-noite do dia 24 uma vela é acesa para iluminar o Menino Jesus.

Estados Unidos - No Natal dos americanos não há ceia e a degustação do tradicional peru e a reunião familiar acontecem na hora do almoço. Os presentes são abertos na manhã do dia 25. Uma das características mais marcantes da data é a luminosidade. Há luzes em todos os lugares, ruas, árvores, casas, prédios e lojas.

Etiópia - A comemoração natalina acontece no dia 6 de janeiro. No Brasil e em outros países cristãos, Dia dos Santos Reis, ou simplesmente Dia de Reis. O ritual mais importante é um jogo, o Ko-lee, os garotos buscam gravetos secos na floresta, descascam-nos, passam um óleo, transformando-os em tacos e jogam utilizando uma bola de madeira. O jogo se assemelha ao hóquei. De acordo com a história local o episódio é para lembrar os pastores que jogavam na noite em que o Menino Jesus nasceu.
França -  Uma das características mais marcantes dos festejos de fim de ano dos franceses é a repetição do ritual. Eles fazem a mesma festa para o Natal e para o Ano Novo. Nas duas datas há troca de presentes, eles comem os doces típicos, que são feitos de marzipã, coberto com chocolate e tem o formato de tronco de árvore. O nome da iguaria é buche. Também existe a tradição de queimar uma tora de madeira da noite do Natal até a virada do ano. De acordo com a lenda o ritual garante boa colheita o ano inteiro.


Grupo 5: Aline Santos, Alessandra Oliveira e Amanda Batista.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia Nacional da Alfabetização



Dia Nacional da Alfabetização

O Dia Nacional da Alfabetização foi instituído pelo decreto no 59.452, de 3/11/1966, assinado pelo presidente Castello Branco. A data - 14 de novembro - foi escolhida em homenagem à data do decreto no 1.9402, de 1930, que criou o ministério da Educação e Cultura. Em 1968, o presidente Costa e Silva assinou o decreo no 63.326, de 30/9/1968, que conservou o dia da comemoração, mas alterou dispositivos para efetuá-la.
Hoje, a alfabetização constituiu a mais imprtante ferramenta para que a pessoa possa exercer a sua cidadania.
A Constituição Federal brasileira de 1988, estabelece, no artigo 205, que "a educação, direito de todos e dever do Estado, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho". De acordo com a Constituição, o ensino fundamental é obrigatório e gratuito, até mesmo para as pessoas que não foram alfabetizadas na idade própria, visto que o acesso ao ensino obrigatório é direito público subjetivo.
No artigo 208, inciso VII, § 2o, a Constituição preceitua que "o não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente". É também ao Poder Público que compete "resencear os educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela freqüência à escola".
Tais dispositivos contribuíram para haver melhoria no nível de escolaridade no país, embora seja grande o número de crianças maiores de 7 anos que se acham fora da escola.
Desde 1995, houve decréscimo no índice de analfabetismo, mas não se sabe efetivamente qual é a percentagem daqueles que conseguem chegar a 9a série*, ou seja, daqueles que concluíram o período que proporciona uma alfabetização satisfatória, de conformidade com os especialistas em educação, cujo conceito é adotado internacionalmente.




Outra matéria interessante sobre Alfabetização: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/dicas-alfabetizacao-403863.shtml

Grupo 2: Bárbara Catarine, Lidiane Gomes, Munique Meirelles, Queila Silva, Stephanie Corrêa e Thais do Nascimento

domingo, 11 de novembro de 2012

- SEMANA DA NORMALISTA História da Escola Normal Carmela Dutra - Ontem e Hoje

Mural - Semana da Normalista: 
História da Escola Normal Carmela Dutra - Ontem e Hoje

Grupos: 5 e 6
Tema: História do Carmela 
Objetivo: Conhecer a história do colégio. 
Traçar um paralelo do Carmela do passado e o de hoje.
Reconhecer seus avanços e mudanças.



Pesquisa


Carmela Dutra – "Uma escola que forma e informa em forma de amor"

O Colégio Estadual Carmela Dutra está atualmente situado no subúrbio de Madureira, na região da zona norte do Rio de Janeiro, onde o curso de Formação de professores é o mais procurado da região e do estado.
A “Escola Carmela Dutra”, como é carinhosamente conhecida e denominada por todos, até hoje, foi criada pelo decreto nº 8546, de 22 de junho de 1946, quando tinha, como Presidente da República o general Eurico Gaspar Dutra. Foi criada com o nome de Escola Normal Carmela Dutra (ENCD). Em 1973 passou a ser denominada de Centro Interescolar de Educação e Comunicação Carmela Dutra (CIECCD). Em 1974 passou a denominar-se de Centro Interescolar Carmela Dutra (CICD). Em 1982 tomou oficialmente a denominação de Colégio Estadual Carmela Dutra.
A patronesse da Escola Normal Carmela Dutra, Dona Carmela Dutra, era professora da então Prefeitura do Distrito Federal , tendo sido professora e vice-diretora do atual Colégio Estadual Orsina da Fonseca e casada com o então Presidente da República. Seu nome foi dado à instituição por ter-se destacado em vida por três qualidades até hoje mencionadas na escola: a religiosidade, o espírito progressista e a bondade. Esta última lhe valeu o cognome de “D. Santinha”. A Escola Normal Carmela Dutra surge no mesmo ano da Lei Orgânica do Ensino Normal, promulgada em 2 de janeiro de 1946. essa lei fixou as normas que deveriam orientar qualquer ensino normal no território nacional. A partir dela, as
diretrizes para o ensino normal seriam centralizadas pelo governo federal:
“Promover a formação do pessoal docente necessário às escolas primárias; Habilitar administradores escolares destinados às mesmas escolas; Desenvolver e propagar os conhecimentos e técnicas relativas à educação da infãncia.”
A Escola Normal Carmela Dutra começa a funcionar no início de 1947, em Madureira, no número 31 da Avenida Ministro Edgard Romero. A ENCD ficou como anexo do Instituto de Educação da rede oficial do antigo Distrito Federal até a data de 31 de julho de 1953, quando obteve sua autonomia. Até 1982 a Escola contou com a administração de doze diretores. Da primeira direção, em 1947 até os dias atuais a ENCD contou com a administração de vinte e três diferentes diretores. Há que se ressaltar que, só a partir de 1987, “... a direção passou a ser escolhida por eleição direta entre os membros que constituem a grande família Carmelita: alunos, professores, funcionários e pais de alunos”.
Em dezembro de 1949 ocorreu no Teatro Municipal a festa de formatura da primeira turma de professorandos da ENCD: vinte e oito moças e dois rapazes. A partir de 6 de março de 1967 a sede da ENCD foi transferida para o número 491 da mesma avenida, onde permanece até hoje. O seu primeiro curso ginasial foi extinto em 1962, voltando a funcionar em agosto de 1967 para ser novamente extinto em 1971. A ENCD passou a funcionar, experimentalmente, em 1973 com outros cursos além do ginasial e Formação de Professores de 1º Grau, de 1ª a 4ª séries, passando a ser denominada Centro Interescolar de Educação e Comunicação Carmela Dutra (CIECCD). A partir de 1974, a Escola passou à denominação de Centro Interescolar Carmela Dutra (CICD) iniciando, nesse ano, o Curso de Estudos Adicionais.
Em 1975, o colégio possuía uma escola de demonstração, a escola da rede oficial de 1º Grau Astolfo de Rezende, onde os professorandos podiam “observar a aplicação de bons métodos e técnicas de ensino”.Em 1982, tomou oficialmente a denominação de Colégio Estadual Carmela Dutra (CECD) como parte do plano de homogeneização de nomenclaturas da SEE para os estabelecimentos do então 2º Grau da rede oficial de ensino do Estado do Rio de Janeiro.
A década de 80 foi marcada na instituição por muitas mudanças administrativas. O cargo de diretor da instituição passou a ser feito por indicação do governo do estado que havia então assumido. A escola “inchou”, chegando a ter 750 professores e a maioria com carga horária reduzida. No final da década de 80, o CECD estava com um grande contingente de turmas. No ano de 1987 foram organizadas cinqüenta turmas, obrigando a SEE a alugar outro colégio para abrigar o número excessivo de alunos. Em 1989 essa experiência foi encerrada pelos problemas ocorridos de falta de integração entre o Anexo e o CECD. Esse fato mostrou uma certa “tendência” nessa década da revalorização do magistério, movimento este que, na década de 80, surgiu para contrapor os efeitos que a Lei 5692/71 havia trazido para as Escolas Normais. Começaram a surgir, então, movimentos gerais de mobilização de professores e alunos para a reformulação dos cursos de Formação de Professores.
Segundo Martins (1996), esse movimento e esforço empreendidos não chegaram a atingir de modo significativo os Cursos de Formação de professores para o ensino básico. Nos anos 90, esses cursos se desconfiguraram e a profissão “professor” tornouse profundamente desvalorizada. Em contrapartida, e a partir daí, o Colégio Estadual Carmela Dutra conseguiu superar suas deficiências na área administrativa, principalmente. Essas deficiências, no final da década de 80, eram devidas ao fato de na direção do colégio não haver mais pedagogos. Nas entrevistas feitas com professores dessa época, todos apontaram as dificuldades do colégio na época como decorrente de indicações políticas de técnicos para o cargo de direção do colégio. A partir da 1ª eleição de diretor para o Colégio, iniciou-se a retomada dos objetivos do Colégio, como uma escola de formação de professores. Iniciou-se o prestígio social e projeção na mídia quando, em 1991 o Colégio Estadual Carmela Dutra acabou sendo notícia donotícia do Jornal do Brasil (24/10/1991) quando então foi publicado que :
"Apesar dos baixos salários dos professores, da falta de laboratórios bem equipados e de boas bibliotecas ... o Carmela Dutra de Madureira, apresentou um desempenho razoável no último vestibular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), superando tradicionais colégios particulares como o São Vicente de Paula, do Cosme Velho e o Anglo Americano, de Botafogo. ... E o mais interessante é que este colégio estadual é uma escola de formação de professores que prepara normalistas sem nenhuma pretensão de treinar vestibulandos..."
Diante do cenário caótico das escolas públicas de ensino na década de 90 – falta de professores, merenda escolar, material didático, pouca infra-estrutura e principalmente, escassez de verbas – o Colégio Estadual Carmela Dutra sobreviveu nessa data a esses retrocessos com quase 3000 (apenas 30 homens) alunos matriculados e se distinguindo das demais escolas nesta última década, não pelo que ensina, mas pelo que tem aprendido de uma realidade difícil que passou a enfrentar no início da década de 90: a quantidade de alunas grávidas nas salas de aula. A Escola Normal Carmela Dutra optou por enfrentar este problema, que já é nacional, sem esperar providências da administração pública. O seu atual diretor prof. Geraldo Ribeiro, na instituição desde 1976 e como diretor eleito desde 1991, diante do crescente número de casos de meninas que ficavam grávidas e optavam por abandonar os estudos, resolveu montar uma creche em 1995 para os filhos das alunas professorandas, com recursos próprios, visto que as autoridades do estado e a própria
SEE se abstiveram de qualquer ação no sentido de resolver a situação. Com o dinheiro de rifas, festas, bailes de calouros, venda de canecas da escola com emblemas, com a ajuda de pais, da comunidade e comércio da redondeza, conseguiram construir a Creche Fada Joaninha que começou atendendo aos filhos das normalistas e também aos filhos de funcionárias da escola. Assim, a escola montou o Maternal e acabou por construir outra unidade, ao lado do pátio, onde funciona o Carmelinha.
A SEE passou a subsidiar uma parte dos recursos financeiros que mantêm a Creche Fada Joaninha e o Carmelinha. Funcionava todos os dias da semana, de manhã e à tarde, e as crianças permaneciam na escola somente durante o tempo em que as mães estavam em aula. Duas vezes por semana, quando o estágio era realizado, elas ficavam o dia inteiro. A creche contava com quase 400 alunos e 22 professores.
Atualmente é considerada como instituição modelo e foi a única escola de Formação de Professores a receber três prêmios, em nível nacional e estadual, de gestão escolar e que foram concedidos pelo Conselho Nacional de Secretaria Educacional (CONSED), pela União Nacional de Dirigentes Municipais Educacionais (UNDIME), pela Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura para a Educação e Cultura (UNESCO) e pela Fundação Roberto Marinho. Esses prêmios são resultados do projeto de educação do estado do Rio de
Janeiro, chamado Nova Escola e que foi lançado pela SEE em 2000. Os avaliadores do programa Nova Escola consideraram, com base nesses critérios, a Escola Normal Carmela Dutra a instituição modelo e padrão, tendo ficado em 1º lugar nesse projeto. O projeto político-pedagógico da escola que, sob o ponto de vista social e comunitário, se destacou pelos seus dois grandes feitos: a Creche Fada Joaninha e o Carmelinha. É importante destacar que a Escola Normal Carmela Dutra tem alcançado essa notoriedade e até mesmo os prêmios citados muito mais pela ação dos sujeitos envolvidos e que construíram e reconstróem um presente que se volta para outros fins sociais, diferentes daqueles pensados inicialmente, e que vêm sendo legitimados socialmente. Esse é o papel que a Escola Normal Carmela Dutra parece ter assumido nos anos 90, contando com 230 professores, funcionando em três turnos e com quase 3000 alunos. 
A ENCD começou a funcionar em 1947 com a 1ª série do Curso Normal,  curso de Formação de Professores do Ensino Fundamental, de 1ª a 4ª série. Este curso era desenvolvido em três séries, funcionando basicamente a 1ª série, no primeiro turno do colégio; a 2ª série no segundo turno e a 3ª série, no terceiro turno. Até 1997 o acesso à escola era através de concurso público. A partir de uns anos foi abolido o concurso e o critério passou a ser ordem de chegada, jovens que morem o mais próximo da escola e oriundos de famílias pobres, com renda mínima comprovada. O Curso de Formação de Professores (CFP) tinha sua estrutura curricular originada dos Pareceres emitidos pela SEE. No ano de 1980 a grade curricular estava definida num total de 26 disciplinas e de 182 créditos. As disciplinas dividiam-se em Formação Geral (Núcleo comum) e Formação Especial (Instrumental e Profissional). A penúltima grade curricular que vigorou até o ano de 2000, foi com base no Parecer 144/97, onde divide as disciplinas em Formação Geral e Formação Profissionalizante. A última passou a vigorar no ano de 2001, considerando o Parecer nº 1/99 e a resolução 02/99 e que estabelece o curso a ser realizado em quatro anos., com disciplinas para uma Base Nacional Comum, disciplinas para uma Parte Diversificada e disciplinas de Formação Profissional e num total de 120 créditos. Nos dias atuais, o colégio Normal Carmela Dutra funciona em dois turnos, variando as séries e com duração de 3 anos, com uma grade curricular completa em período integral. Ainda possui alunos que estão completando a grade curricular entiga, completando os 4 anos este ano (2012), são últimos alunos de 4º ano.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Plano de aula: Os valores do Natal

Plano de Aula
Projeto no Carmelinha

Tema: Os valores do Natal
Objetivos: Trabalhar os verdadeiros valores do Natal;Reconhecer o que é realmente importante; Induzir os alunos a pensarem mais nas qualidades do que nos defeitos.
Desenvolvimento:
1ºmomento: Perguntar o que eles pensam quando escutam a palavra Natal. 1 palavra por criança para descrever.
2º momento: - Atividade - Fazer um sorteio (amigo oculto) dos nomes entre os alunos. A partir desse momento um cartão deverá ser confeccionado pelos alunos, descrevendo as qualidades do amigo sorteado. Em seguida, um por vez, deverá na frente da turma decrever o amigo fazendo com que os outros tentem adivinhar quem é.
3º momento: Uma reflexão deverá ser feita sobre o que foi discutido em sala.

(Obs: As respostas dos alunos foram profundas, palavras como família, compaixão, ajuda, união, entre outras, foram ditas logo no 1º momento. Os cartões foram entregues e eles se empenharam em passar aquilo que sentem. Uma experiência muito produtiva.)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Mural - Semana da Normalista: Carmela Ontem e Hoje


Nome: Carmela Ontem e Hoje 
Tema: A história do Carmela 
Objetivo: Reconhecer a diferença entre o Carmela do passado e o de hoje
Proposta: Reaproveitar o assunto e o material que foi trabalhado na oficina de fotografia da Semana da Normalista.
Grupos: 1 e 2 



sábado, 27 de outubro de 2012

Semana da Normalista: Oficina de Dobraduras e Métodos de Utilização.

Semana da Normalista: Oficina de Dobraduras e Métodos de Utilização.

Grupo: 5 
Nome: Oficina de Dobradura - Como trabalhar ? 
Objetivo: Reconhecer a importância da dobradura como recurso.
Conhecer as várias formas de utilização da dobradura.
Confeccionar dobraduras e apresentar formas de utilizá-la.




Oficina de Dobradura: Como trabalhar ?
Na maioria das aulas, a dobradura é utilizada somente para passa tempo das crianças. Muitos professores não tem consciência da importância de trazer algo concreto para a melhor assimilação do conteúdo.
São muitas as atividades que podemos trabalhar em conjunto com a dobradura, assim trazendo significado para criança do porquê de estar fazendo aquela dobradura. Somente passar a dobradura para a criança não será muito enriquecedor para ela, temos que enriquecer sua imaginação, curiosidade e até mesmo utiliza-se da dobradura como explicação de todo um tema em estudo.
A dobradura pode ser utilizada em diversas áreas do conhecimento, não somente ser restrita a aula de artes e com ela podemos até produzir atividades interdisciplinares, buscando integrar todas e formar uma atividade ainda mais enriquecedora para as crianças. Podemos trabalhar em ciências, português e até mesmo matemática, trabalhando quantidades, formas geométricas, tamanhos, entre outros. Português podemos trabalhar com poesias e customização da personagem principal, teatro onde as dobraduras são os personagem e as crianças criam a história, utilizando elas como fantoches. Matemática, utilizamos o passo a passo da produção para observar as formas geométricas, onde cada criança entraria em contato com o concreto, mas também pode trabalhar tamanho e quantidades ao customizar as dobraduras. Trabalhar meios de locomoção aéreo, terrestre e aquático. Animais que vivem em cada um destes ambientes e como estes se locomovem. Entres outros.
Exemplos
Dobradura do barco: Com a dobradura do barco podemos trabalhar a geografia, trabalhando meios de locomoção aéreo, terrestre e aquático. Pode se fazer uma dobradura de cada meio de locomoção, o aluno quando entra em contato com o concreto, fica muito mais fácil dele assimilar aquilo o que esta sendo ensinado e não esquecer. É de extrema importância nas series iniciais, elaborarmos aulas mais diversificadas, buscando sempre o aproveitamento do aluno e fazer com que este participe mais da aula. Com esta atividade, podemos ir mais a fundo, observar os detalhes de cada meio de locomoção e ver suas diferenças;
Dobradura do gato: Com a dobradura do gato podemos trabalhar com a ciência, podemos trabalhar com os habitat, como este se locomove. Podemos também, fazer dobradura de animais observando suas diferenças e associando as suas classificações, se todos são parecidos ou se tem diferenças e mesmo assim se encontram na mesma classificação.




terça-feira, 23 de outubro de 2012

SEMANA DA NORMALISTA: OFICINA DE FOTOGRAFIA

Semana da Normalista
Oficina de Fotografia
Grupos 1 e 2

Nome: Carmela Ontem e Hoje
Tema: A história do Carmela
Objetivo: Conhecer a origem do colégio, sua importância social, como era o acesso e qual era seu objetivo.
          Reconhecer a diferença entre o Carmela do passado e o de hoje.
Desenvolvimento: Exposição de fotos de 9h às 10h 40 no dia 17/10/12.


PESQUISA

* MOMENTOS HISTÓRICOS DA ESCOLA NORMAL CARMELA DUTRA
(Documento arquivado no IECD)

    A ESCOLA NORMAL CARMELA DUTRA foi criada pelo Decreto no. 8546, de 22 de junho de 1946, por iniciativa do Secretário Geral de Educação e Cultura, Dr. Fioravante Di Piero.

    A ENCD começou a funcionar no início de 1947, na sede do antigo Ginásio Barão do Rio Branco (ex-Escola Primária João Pinheiro), na Avenida Ministro Edgard Romero, 31, Madureira, o qual nesse período teve como diretor o Dr. Odilon da Motta Athayde Portinho ( de 02 de maio de 1946 a 18 de agosto de 1947).

    A ENCD ficou como anexo do Instituto de Educação, da rede oficial do Distrito Federal – e sob a responsabilidade do Professor Djalma Régis Bittencourt, seu diretor – até a data de 31 de julho de 1953, quando obteve a sua autonomia.
O primeiro diretor da ENCD foi o Professor Jorge Figueiredo Machado, que ficou na direção apenas oito meses ( de 18de agosto de 1947 a 8 de abril de 1948).
Em abril de 1948, o Professor Francisco Martins Capistrano, que era, nessa época, o diretor do Ginásio Benjamin Constant, foi nomeado segundo da ENCD.
Temos o testemunho de um professor assistindo a uma das primeiras incorporações de alunas em 1948:

    “A formatura, no pátio. Clara manhã de abril. Incorporação das mova alunas: 92 do curso Ginasial e 11 do curso Normal. O juramento. Palavras do Professor Djalma Régis Bittencourt e do diretor que chegava..

    Início das aulas já entrado o ano letivo. Falta de professores para algumas disciplinas. Providências do novo diretor para normalizar a situação, com o apoio do Prefeito Mendes de Moraes e do Secretário de Educação Clóvis Monteiro.”

    Nos primeiros anos (1948-49), a ENCD não tinha verba para suas despesas e foi amparada economicamente pelo Departamento de Educação Primária, graças s providências do Professor Clóvis Monteiro. Em 1950, já contou com verba própria consignada no orçamento da Prefeitura para o exercício financeiro aquele ano, pelos esforços do Diretor Francisco Martins Capistrano, do Professor Clóvis Monteiro, do General Mendes de Moraes e da Câmara do Distrito Federal.

    Em dezembro de 1949 ocorre, no Teatro Municipal, Festa de Formatura da primeira turma de professorandos da ENCD, que teve como paraninfo o Presidente da República, General Eurico Gaspar Dutra, representado no ato pelo seu Chefe da Casa Civil – o Professor Pereira Lira. Presente, também, o Prefeito Mendes de Moraes, o Professor Clóvis Monteiro, o Professor Fioravante Di Piero, outras alta autoridades, membros do magistério, etc. Os primeiros professorandos eram em número de 30: 28 moças e 2 rapazes. Alguns desses elementos foram, posteriormente, professores no “Curso Normal” do Instituto de Educação e da Escola Normal Carmela Dutra, como Lea Nilza de Miranda Leimgruber, Sylvia de Azevedo Ferreira e Ernestina Coelho Gonçalves. Nessa mesma festa, 122 jovens do antigo Ginásio Barão do Rio Branco, receberam o diploma do Curso Ginasial. Em dezembro de 1950, aconteceu a Festa de Formatura da segunda turma de professorandas da ENCD – sendo paraninfo o General Angelo Mendes de Moraes – quando se diplomaram 11 (onze) professorandas e 80 (oitenta) bacharelandas do Curso Ginasial.

    Da inicial direção do Professor Jorge Figueira Machado (1947), a ENCD contou até 1991 com a administração de dezenove diferentes diretores.

    Passou a funcionar experimentalmente, em 1973, com outros cursos além do Ginasial e Formação de Professores de 1º Grau, de 1ª a 4ª série, passando a ser denominada Centro Interescolar de Educação e Comunicação Carmela Dutra (CIECCD). Como a experiência não deu resultados positivos, os cursos experimentais (Redator Auxiliar, Tradutor, Técnicas de Turismo e Desenho Publicitário) foram extintos ao final do ano letivo.

    A partir de 1974, a escola passou à denominação de Centro Interescolar Carmela Dutra (CICD) iniciando, nesse ano, os Cursos de Estudos Adicionais.

    Em 1982, tomou oficialmente a denominação de Colégio Estadual Carmela Dutra (CECD) como parte da homogeinização de nomenclaturas da Secretaria de Educação para estabelecimentos de 2º Grau da rede oficial do Estado do Rio de Janeiro.
Hoje a denominação é : Instituto de Educação Carmela Dutra (IECD).

    O primitivo Curso ginasial da ENCD foi extinto em 1962 voltando a funcionar em agosto de 1977 para se novamente extinto em 1971.

A sede da ENCD foi, em 6 de março de 1967, transferida do no. 31 da Avenida Ministro Edgard Romero para o no. 491 da mesma avenida, no prédio onde deixaram de funcionar a Escola Primária Ministro Edgard Romero e o Ginásio Estadual Cidade de Lisboa.

    O patrono escolhido para a escola foi a Professora Carmela Dutra, esposa do Presidente da República General Eurico Gaspar Dutra.

    Nasceu em 17 de setembro de 1884, na Ilha do Governador. Teve dois filhos de seu primeiro casamento e dois do seu segundo ( 19/2/14), com o 2º Tenente do Exército Eurico Gaspar Dutra.
    Ingressou nos quadros funcionais da então Prefeitura do Distrito Federal em novembro de 1911, como extranumerária, na Casa São José, mais tarde Instituto Profissional Masculino Ferreira Viana, atual Colégio Estadual Ferreira Viana. Com a Reforma Azevedo Sodré, Dona Carmela passou a fazer parte do Instituto Profissional Orsina da Fonseca na Diretoria de Instrução, primeiramente como adjunta e depois catedrática do Curso de Adaptação acumulando as funções de vice-diretora. Com o advento da Reforma Anísio Teixeira, em 1930, o Curso de Adaptação do Instituto Profissional Orsina da Fonseca foi declarado extinto, logo extinto o cargo de Dona Carmela Dutra. assegurada por lei foi considerada foi considerada Adido sem exercício.

    Em 1934, aposentou-se dedicando-se daí em diante inteiramente à família e à caridade. Suas principais características eram a religiosidade, o espírito progressista e a bondade. Muito amada também pelas classes humildes, foi a idealizadora do “Natal dos Pobres”, no qual eram distribuídos gêneros, roupas e brinquedos em grande quantidade.

    Faleceu no Rio de Janeiro em 9 de outubro de 1947, ocasião em que todas as classes sociais foram prestar-lhe as últimas homenagens.

    A Escola Normal Carmela Dutra teve, desde a sua criação em 1946 até o ano de 1973, doze diferentes diretores, sem contarmos dois casos de transição de direção, quando responderam pelo expediente da escola as professoras Juracy Silveira (1951) e Aracy do Prado Couto (1959), em período de dias.

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Fonte: http://www.carmeladutra.com.br/

                                                   Cartaz de Divulgação

                                                    O ''Hoje'' e a comparação do Carmela
                                             
                                                  O ''Hoje'' e a comparação do Carmela

  
O ''Ontem'' do Carmela

Alunos do Carmela visitando a exposição

terça-feira, 16 de outubro de 2012

OFICINA SOBRE JOGOS EDUCATIVOS - SEMANA DA NORMALISTA



Os jogos educativos são uma ferramenta eficaz na aprendizagem. Além de serem ótimos presentes criativos, ajudam na motivação do aluno, contribuem como estratégias alternativas para o desenvolvimento de conteúdos, na aquisição de certas habilidades, pois muitos possuem mais facilidade para aprender e memorizar através desse método.
A forma de ensinar é lúdica, não sendo cansativa e ajuda despertar o interesse. Influencia não só o processo intelectual, cognitivo, mas também as relações sociais e as maneiras de agir diante das coisas. Saiba um pouco mais sobre a importância dos jogos educativos, os diversos tipos existentes, algumas dicas de jogos para aplicar em sala de aula e a importância e os cuidados dos jogos online.


A importância dos jogos educativos

Crianças que possuem dificuldade de concentração e de aprendizagem podem ter um resultado muito mais satisfatório quando o método para ensinar são os jogos. Eles estimulam o aluno, o motivam, despertam a curiosidade, proporcionando uma forma de aprender que é prazerosa, de maneira lúdica, bem diferente dos resultados de uma aprendizagem sob “pressão”. Outro ponto importante é a maneira com que os jogos influenciam no desenvolvimento da agilidade, da concentração e do raciocínio. Contribuem para um desenvolvimento intelectual, pois precisam pensar, tomar “decisões”, criar, inventar, aprender a arriscar e experimentar. Dependendo da maneira com que os jogos são aplicados, podem ajudar também no comportamento em grupo, nas relações pessoais e na ajuda coletiva.

Para crianças em processo de alfabetização, os jogos permitem com que elas assimilem melhor e se familiarizem com as letras, os números, as formas, as cores e desenvolve a percepção de que existe uma lógica. Como brincam com tudo, e a todo instante, é importante a presença de jogos que, além de proporcionar uma boa brincadeira, sirva para o seu desenvolvimento, e as faça ver o aprendizado como algo interessante.



Há uma grande importância em “brincar”; crianças que não brincam podem desenvolver grandes dificuldades e frustrações no decorrer da vida. Hoje, o modo acelerado de se viver influencia na forma de aprendizagem das crianças, pois possuem a agenda cheia de atividades, vivem atarefadas, exaustas, não têm mais paciência e acabam perdendo a essência da brincadeira.

Consequentemente, isso influencia na maneira de agir diante de algumas situações, corta a imaginação e a criatividade, a criança não tem mais o prazer de sentar para jogar um jogo de tabuleiro, jogo de cartas, os pais não  têm mais tempo para jogar junto com os filhos, tempo de desenvolver atividades diferentes e tudo isso afeta no aprendizado.



Por isso, é importante a liberdade para as brincadeiras, o espaço e o incentivo dos pais e dos  educadores. Os jogos educativos permitem essa liberdade, a criança mesmo estando no seu tempo livre, desenvolve atividades intelectuais, cognitivas, de uma forma divertida.  E os jogos também facilitam a forma de educar, fazendo com que a sala de aula seja um ambiente agradável. A escola precisa ser um lugar onde as brincadeiras não perdem a vez.



A disciplina também pode ser desenvolvida através dos jogos, pois é necessário ter uma ordem para  efetuar a atividade e quando há um interesse pelo que está sendo apresentado, a criança contribui para essa ordem. Sendo assim, o tema, por mais difícil de ser ensinado e compreendido, é melhor absorvido quando há o interesse, a curiosidade e a disciplina e em todos esses aspectos os jogos educativos podem contribuir.
É de grande importância o uso de jogos na sala de aula, proporcionando uma forma de aprendizagem mais agradável e ajudando no desenvolvimento de várias áreas importantes na vida de uma criança. Disponibilizamos aqui algumas dicas de jogos:
Após uma aula sobre determinado tema, é interessante utilizar o jogo das perguntas para memorizar.



JOGO DE PERGUNTAS


Divide-se a turma em duas equipes, a professora dará dicas para as equipes adivinharem a palavra.

Exemplo:
O tema da aula foi sobre os estados do Brasil, a professora escolhe “São Paulo” para as equipes adivinharem e dá pistas referentes à matéria dada em aula pra que elas descubram:
“Localiza-se no Sudeste”;
“Grande concentração urbana”.


Assim, todos da equipe pensam em conjunto, lembram do que ouviram na aula, memorizam, se arriscam a dizer a resposta, entre outros fatores que ajudam no desenvolvimento do aluno.

Para os principiantes na leitura e na escrita, há jogos que ajudam a treinar, assimilar e pensar:



JOGO DAS LETRAS
Uma pessoa ou equipe escolhe um tema e várias palavras referente a esse tema, a outra pessoa ou equipe precisa adivinhar quais são as palavras em um tempo determinado. Mas, quem escolhe  as palavras,  pode dar dica de quantas sílabas têm, quantas vogais e consoantes, e quem tem que adivinhar tem um determinado número de chutes.

Exemplo:
Tema – Escola.
Palavras escolhidas: quadro, carteira, mochila, cantina.
Dicas: a primeira palavra possui apenas duas sílabas, a segunda palavra tem 4 vogais, a terceira palavra tem 4 consoantes,  a última tem 2 “n”
O outro grupo tem dois minutos para adivinhar, de acordo com as dicas, e tem duas chances de chutar duas letras a cada palavra, exemplo: “a primeira palavra tem letra U? E letra I?”, após usar  os dois chutes, não tem mais chances, precisa dizer qual é a palavra.

Para treinar a escrita, a leitura e a criatividade:

JOGO DAS HISTÓRIAS

Cada um pega uma folha e começa a escrever uma história sobre qualquer tema. Após a professora mandar trocar, a folha de cada um deve ser passada para o lado. Assim que receber um folha que a outra pessoa já tinha começado uma história, você deve continuá-la. Mas como o tempo vai ser curto, não vai ter como ler a história desde o início. Então,  a regra é ler apenas a última frase que a outra pessoa escreveu, continuar a história e assim sucessivamente. Todas as folhas precisam passar por todos, até que chegue na mão de quem começou. Para essa organização, a melhor maneira é que o jogo seja feito em um círculo. Quando a folha certa chegar na mão de cada um, todos precisam ler, e quem achar a sua história interessante ou engraçada, lê em voz alta para a turma toda. 

São interessantes, também, os jogos de quebra cabeça, ligues os pontos, palavras-cruzadas, para entender, aprender e memorizar determinado assunto:

QUEBRA-CABEÇA

Ao ensinar sobre um assunto, faça um quebra-cabeça com um desenho referente a esse tema.



Exemplo:
Tema: Corpo humano / ossos
O quebra-cabeça tem todos os ossos do esqueleto e as crianças precisam juntar corretamente para chegar ao objetivo

PALAVRAS-CRUZADAS

Também referente a um certo tema, com enigmas e dicas para que se chegue até a palavra correta.
O educador prepara uma palavra cruzada e dá as dicas para o aluno. Para ter um ponto de partida, é possível que uma das palavras já esteja preenchida.

Exemplo:
Tema - Animais
Faça a palavra cruzada e coloque as dicas:
1.Mamífero, domesticado

Para ajudar na matemática, no raciocínio lógico e rápido, de uma forma bem dinâmica:

JOGO DOS CARTAZES


É preciso que cada criança tenha um cartaz com um número, que vai depender da quantidade de alunos e a professora precisa de um apito.
A turma é dividida em dois grupos, mas os números em cada grupo precisam ser aleatórios, não podem ser consecutivos. A professora determina o objetivo e apita para os alunos se organizarem.


Exemplo:
O grupo 1 precisa se organizar para que a soma dos cartazes dê “12”, e o grupo 2 se organiza para que a subtração dê “6”, se for preciso que alguém saia do grupo para que o resultado dê certo, a criança sai e se junto ao grupo  dos que estiverem fora e esses precisam multiplicar o número dos cartazes e dar o resultado.  


A professora determina o tempo para que os alunos se organizem e isso pode ser aplicado também como uma gincana.  O grupo que acertar passa para próxima fase, ou podem ser aplicadas recompensas para o grupo que conseguir; isso cabe à professora avaliar se é necessário ou não.

 Há dinâmicas que ajudam as crianças a se relacionar melhor e perder a timidez:


JOGO DA VIRTUDE


A turma senta em uma roda,  todos precisam de um papel e uma caneta. Cada um vai escrever no papel uma virtude (qualidade) da pessoa que está à direita, mas sem identificar quem é. Após todos escreverem, a professora recolhe, mistura todos, e abre um por um e lê para todos. Aí,  as crianças vão tentar identificar a quem pertence tais características. O mais votado pega o papel e guarda até o fim do jogo.

Quando todos já estiverem com um papel na mão, falarão se concordam, ou não, com o que está no papel e identificarão no próprio ponto de vista qual a sua maior qualidade. Depois, a pessoa da direita vai falar o que colocou e por quê. No final, é importante que o educador explique a importância de reconhecer as virtudes das pessoas.

Para raciocínio lógico e uma melhor percepção:

JOGO DAS CORES


A professora distribui uma folha com o contorno de um desenho, e divide esse desenho em subdivisões (variam de acordo com a idade da criança; para as mais novinhas, indicam-se divisões de  6 partes), e cada um vai ter 4 cores diferentes de lápis, canetinha ou giz de cera. O objetivo é colorir o desenho, mas cada subdivisão precisa ser de uma cor diferente, que não pode ser igual às cores que estão pintadas ao lado, ou seja, as cores não podem se encontrar.

Para ajudar na memorização:
JOGO DA SEQUÊNCIA
A professora escolhe um tema e cada aluno precisa falar uma palavra referente ao tema e o próximo da roda precisa falar o do amigo, o dele, e assim por diante.
Exemplo:
Tema - Fui à praia e levei...
1º aluno: protetor solar.
2º aluno: protetor solar, óculos.
3º aluno: protetor solar, óculos, guarda-sol.

  Os jogos recreativos também podem ajudar na participação em grupo e na rapidez:
Pique-bandeira, Cabo de Guerra, Gincanas, Corre Cutia etc.


FONTE: www.jogos-educativo.info
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JOGO ABORDADO NA OFICINA: "SOLETRANDO"
TEMA: Dígrafo

REGRAS DO JOGO:

- O professor ("aluno", "apresentador") conduz a soletração dizendo a palavra.

- O aluno (participante da oficina) da vez tem que, obrigatoriamente:
1) Repetir a palavra dita
2) Soletrar
3) Repetir novamente a palavra - indicando que terminou a soletração.

- Se o aluno (participante da oficina) errar alguma letra, acento ou qualquer outro sinal gráfico como: cedilha, hífen, etc; a soletração será considerada errada.

- Depois de iniciada a soletração, é proibido corrigir qualquer letra. O aluno (participante da oficina) pode até recomeçar a soletração, mas não pode mudar a ordem de nenhuma palavra que já tenha dito.

- Antes de começar a soletração o aluno (participante da oficina) pode pedir aos juízes os seguintes benefícios:
1) Pedir para que o professor ("aluno", "apresentador") repita a palavra até 3 vezes.
2) Sinônimo da palavra.
3) Classificação gramatical.
4) Definição.
5) Aplicação da palavra numa frase.

- Depois que o aluno (participante da oficina) terminar a soletração, o professor ("aluno", "apresentador") consulta os juízes para fazer a correção da palavra.

- Logo o mesmo levanta uma placa com um Smilie de feliz caso esteja correta, ou de triste caso esteja errada (e caso seja errada: fazer a correção da palavra e apontar onde houve o erro).


Palavras selecionadas para o jogo:

MISCIGENAÇÃO
• "Sinônimo": mestiçagem
• "Classificação Gramatical": Substantivo feminino
Separação das sílabas de miscigenação: mis-ci-ge-na-ção
Plural de miscigenação: miscigenações
• "Definição" Consiste na mistura de raças, de povos de diferentes etnias, ou seja, cruzamento inter-racial.
• "Aplicação da palavra numa frase": O fruto da miscigenação étnica no Brasil deu origem à cultura do povo brasileiro.

IDIOSSINCRASIA            
• “Sinônimo”: características
• “Classificação gramatical”: Substantivo feminino
Separação de sílabas: i-di-os-sin-cra-si-a
Plural: idiossincrasias
• “Definição”: é uma característica de comportamento peculiar de um indivíduo ou um grupo.
• “Aplicação numa frase”: É uma idiossincrasia de Igor se lambuzar ao comer chocolate.

 EXCEPCIONAL
• "Sinônimo": extraordinário
• "classificação gramatical": Substantivo masculino plural e Adjetivo
Separação das sílabas de excepcional: ex-cep-cio-nal
Plural de excepcional: excepcionais
• "Definição": Que fôrma ou envolve exceção, que não é comum ou normal: negócio excepcional.
• "Aplicação da palavra numa frase": O que é difícil não é demonstrar que uma obra de arte é excepcional. O que é difícil é ela sê-lo.

 EXCELENTÍSSIMO
• "Sinônimo": magnificente,
• "classificação gramatical": Adjetivo
Separação das sílabas de excelentíssimo: ex-ce-len-tís-si-mo
Plural de excelentíssimo: excelentíssimos
• "Definição": Tratamento que se dá a certas pessoas de alta hierarquia social.
• "Aplicação da palavra numa frase" Há indícios de crimes perpetrados na transação de emissão de bilhetes do excelentíssimo ministro Gilmar Mendes, razão pela qual se recomenda a remessa dos autos ao Ministério Público Federal.

 SOBRANCELHA
• "Sinônimo": sobrolho
• "classificação gramatical": substantivo feminino
Separação das sílabas de Sobrancelha: so-bran-ce-lha
Plural de Sobrancelha: sobrancelhas
• "Definição": Saliência arqueada, revestida de pêlos, que se dispõe acima da órbita do olho.
• "Aplicação da palavra numa frase" Hoje em dia usar lápis na sobrancelha se tornou um hábito de muitas pessoas.

OTORRINOLARINGOLOGISTA
• "Sinônimo": otorrino
• "classificação gramatical": substantivo feminino
Separação das sílabas de Otorrinolaringologista: o-tor-ri-no-la-rin-go-lo-gis-ta
• "Definição": Médico que trata das doenças do ouvido, nariz e garganta.
• "Aplicação da palavra numa frase" Alguns Otorrinolaringologistas só atuam na área da Plástica Facial, outros só na Rinologia (tratamento das doenças do nariz), outros na Otologia (tratamento das doenças dos ouvidos), outros na Laringologia e Distúrbios da Voz e outros fazem de tudo, depende da formação e escolha de cada profissional

ENCHENTE
• "Sinônimo": alagamento
• "classificação gramatical": substantivo feminino
Separação das sílabas de Enchente: en-chen-te
Plural de Enchente: enchentes.
• "Definição": Inundação, cheia do rio que transborda; torrente.
Excesso, abundância, quantidade excessiva.
• "Aplicação da palavra numa frase" A enchente inundou o bairro todo, inclusive a igreja

 EXCESSO
• "Sinônimo": exagero
• "classificação gramatical": Substantivo masculino e Substantivo masculino plural
Separação das sílabas de excesso: ex-ces-so
Plural de excesso: excessos
• "Definição": Quantidade a mais, o que excede os limites ordinários: excesso de indulgência.
• "Aplicação da palavra numa frase" A rodovia Castello Branco registra lentidão na chegada a São Paulo, do km 15 ao km 13, devido ao excesso de veículos.

ASSADO
• "Sinônimo": queimado
• "classificação gramatical": Classe gramatical de assado: Substantivo masculino, Adjetivo, Advérbio e Locução
Separação das sílabas de assado: as-sa-do
Plural de assado: assados
• "Definição":Que se assou: frango assado.Que apresenta assadura (falando-se de pele), irritado: o neném está todo assado. S.m. Qualquer alimento assado, principalmente carne: o assado está no forno. 
• "Aplicação da palavra numa frase" Eu adoro comer frango assado.

 QUERMESSE
• "Sinônimo": festividade
• "classificação gramatical": Substantivo feminino
Separação das sílabas de quermesse: quer-mes-se
Plural de quermesse: quermesses
• "Definição": Festa dos padroeiros.
• "Aplicação da palavra numa frase" A quermesse foi muito boa neste ano.

GUINCHO
• "Sinônimo": guindaste
• "classificação gramatical": Substantivo masculino
Separação das sílabas de guincho: guin-cho
Plural de guincho: guinchos
• "Definição": Aparelho próprio para levantar cargas, içar ou rebocar veículos. 
• "Aplicação da palavra numa frase"Um guincho do Exército americano ergueu a contorcida fuselagem do helicóptero que estava nove metros dentro da água.

 
REMINISCÊNCIA
• "Sinônimo": relembrança
• "classificação gramatical": Substantivo feminino
Separação das sílabas de reminiscência: re-mi-nis-cên-cia
Plural de reminiscência: reminiscências
• "Definição": Recordação vaga e quase apagada.
• "Aplicação da palavra numa frase" O perfeito conhecimento começa pela perfeita reminiscência


Instituto de Educação Carmela Dutra.
Rio de Janeiro: 16 de outubro de 2012.
Alunos: Beatriz Martins, Lucas Ribeiro, Lyvia Nogueirol, Marcelly de Souza, Mariana Regina, Priscylla de Oliveira, Rayanne Nunes, Rayssa Gomes, Tayanne Cristina, Thalita Gaia, Thamara Maciel, Thayná Alexandre e Wellington Santos. Turma: 4004
Professora: Maristela Figueiredo. Disciplinas: CDPEF/PPIPEF


 “AGRADECEMOS POR VOCÊ TER PARTICIPADO DA NOSSA OFICINA SOBRE JOGOS EDUCATIVOS”. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

DIA DO MESTRE

Professor ..
Trago-te um recado de muita gente. Houve gente que praticou uma boa ação, manda dizer-te que foi porque teu exemplo convenceu. Houve alguém que venceu na vida, e manda dizer-te que foi porque tuas lições permaneceram e houve mais alguém que superou a dor, e manda dizer-te que foi a lembrança de tua coragem que ajudou. Por isso que és importante... O teu trabalho é o mais nobre, de ti nasce a razão e o progresso. A união e a harmonia de um povo! E agora... Sorria!! Esqueça o cansaço e a preocupação, Porque há muita gente pedindo a Deus para que você seja muito Feliz!!!

Parabéns pelo seu dia!!!!


Grupo 5
Aline Santos
Alessandra Oliveira
Amanda Batista

domingo, 14 de outubro de 2012