terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jacob do Bandolin Grupo 1 e 2

SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

COMPOSITORES DO SAMBA E DO CHORINHO
 RESGATANDO A IDENTIDADE CULTURAL

Apresentação de Biografia e vídeo

BIOGRAFIA:



Jacob Pick Bittencourt, mais conhecido como Jacob do Bandolim (Rio de Janeiro,14 de fevereiro de 1918 — Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1969) foi um músico,compositor e bandolinista brasileiro de choro. Filho do capixaba Francisco Gomes Bittencourt e da polonesa Raquel Pick, morou durante a infância no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.
São de sua autoria clássicos do choro como Vibrações, Doce de Coco, Noites Cariocas, Assanhado e Receita de Samba. Alcançou popularidade ao montar o conjunto Época de Ouro no início da década de 60, que permanece em atividade até hoje.
Morava em uma casa avarandada com jardim em Jacarepaguá (Rio de Janeiro), rodeado pelas rodas de choro e de grandes amigos chorões. Apesar de não ser um entusiasta do carnaval, gostava do frevo. Estudou no Colégio Anglo-Americano e serviu no CPOR; trabalhou no arquivo do Ministério da Guerra, quando já tocava bandolim. Por fim, Jacob fez carreira como serventuário da justiça no Rio de janeiro, chegando a escrivão de uma das varas criminais da capital.
Entre seus ídolos estavam Almirante (compositor), Orestes Barbosa, Noel Rosa, Nonô(pianista, tio de Ciro Monteiro e parente do cantor Cauby Peixoto), Bonfiglio de Oliveira,Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Sinhô, Paulo Tapajós, João Pernambuco, Capiba eLuiz Vieira.
Em 1968 foi realizado um espetáculo no Teatro João Caetano (Rio de Janeiro) em benefício do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Com Jacob do Bandolim,A divina Elizeth Cardoso, Zimbo Trio e o Época de Ouro. A apresentação de Jacob tocando a música Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) foi antológica. Foi lançado álbum com dois longplays (LP) da gravação original do espetáculo, em edição limitada. Foi "guru" de Sérgio Cabral (pai do governador do Estado do Rio de Janeiro,Sérgio Cabral Filho), Hermínio Bello de Carvalho,Ricardo Cravo Albin
Teve um casal de filhos, sendo que um deles, era o jornalista polêmico (O Globo, Última Hora) e compositor Sérgio Bittencourt, já falecido. A sua filha Elena Bittencourt preside o Instituto Jacob do Bandolim.
Passou sua última tarde, no bairro de Ramos, em visita a seu amigo compositor e maestro Pixinguinha. Ao chegar à varanda da sua casa cansado e esbaforido, caiu nos braços de sua esposa Adília, já sem vida.

Início da carreira

Quando criança, ainda no bairro da Lapa, Jacob ouvia um vizinho francês e cego tocar violino. Este acabou por ser, aos 12 anos de idade, seu primeiro instrumento. Por não se adaptar ao arco do violino, Jacob começou a tocá-lo usando grampos de cabelo. Pouco depois ele ganhou seu primeiro bandolim, um modelo de cuia, napolitano.
Jacob não teve professor, sempre foi autodidata. Treinava repetindo os trechos de músicas que ouvia em casa e na rua. Com 13 anos ouviu seu primeiro choro, tocado no prédio em frente a sua casa. A música era É do que há, composta por Luiz Americano.
Em 20 de dezembro de 1933, se apresentou pela primeira vez na Rádio Guanabara, ainda como amador, com o conjunto Sereno, formado por amigos. Tocaram o choro Aguenta Calunga, de autoria de Atilio Grany. Jacob, que nessa época ainda tocava de ouvido, não gostou de seu desempenho e decidiu praticar ainda mais.
Em 1934, Jacob se apresentou ao violão no Programa Horas Luzo-Brasileiras, na Rádio Educadora e no Clube Ginástico Português, acompanhando o violonista Antonio Rodrigues e os cantores de fado Ramiro D'Oliveira e Esmeralda Ferreira. A fase fadista não durou muito.
Ao se decidir pelo bandolim como instrumento Jacob iniciou sua carreira no rádio em 17 de maio de 1934, no Programa dos Novos, na Rádio Guanabara. O programa contava com um juri composto por, dentre outros, Orestes Barbosa, Francisco Alves e Benedito Lacerda. Jacob, que havia entrado no concurso sem pretensões profissionais, saiu vencedor, disputando com outros 28 concorrentes e recebendo nota máxima do juri.

 

Carreira radiofônica

Com a vitória no concurso da Rádio Guanabara, Jacob foi chamado para revezar, com o já consagrado conjunto de Benedito Lacerda, o Gente do Morro, no acompanhamento dos grandes artistas da época, entre eles, Noel Rosa, Augusto Calheiros, Ataulfo Alves,Carlos Galhardo e Lamartine Babo. Seu conjunto passou a se chamar então "Jacob e sua gente" e era formado por Osmar Menezese Valério Farias "Roxinho" nos violões, Carlos Gil no cavaquinho, Manoel Gil no pandeiro e Natalino Gil no ritmo.
Com o sucesso na Rádio Guanabara Jacob passou a ser presença comum nos programas de rádio. Ganhava cache se apresentando em diversas rádios, como Rádio Cajuti, Rádio Fluminense, Rádio Transmissora (atual Rádio Globo, Rádio Mayrink Veiga, onde atuava no Programa do Casé, e na Rádio Ipanema, que virou Rádio Mauá e onde Jacob ganhou um programa só seu.


video




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

RECURSOS - Grupo: 3 e 4



Instituto de Educação Carmela Dutra
Grupo: 3 e 4
Alunos: Beatriz Martins, Lucas Ribeiro, Lyvia Nogueirol, Marcelly de Souza, Mariana Regina, Priscylla de Oliveira, Rayanne Nunes, Rayssa Gomes, Tayanne Cristina, Thalita Gaia, Thamara Maciel, Thayná Alexandre e Wellington Santos.
Professora: Maristela






               



  1.             O jogo do bingo contendo adição, subtração, cálculo mental, poderá ser realizado de diferentes formas. Apresentaremos duas opções
·         Providencie uma cartela de bingo contendo 15 números para cada aluno.
  
·         Em seguida, escreva uma operação de cada vez no quadro, se preferir fale as operações para as crianças.    
  
·         Os alunos deverão fazer os cálculos mentais e quando encontrarem o valor deverão marcá-lo na cartela, se preferirem, os alunos poderão anotar as operações no caderno, resolvê-las e depois marcarem na cartela.

 



DOMINÓ

Material:

§         Papel de rascunho;
§         Lápis para os cálculos;
§         20 peças de dominó;
§         Tesoura sem ponta.














Jogadores: 2 ou 3 participantes.
Objetivo: Encaixar todas as peças que estiverem na mão.

Regras:

§          Embaralhar e distribuir sete (7) peças para cada jogador. Se sobrarem peças, deixá-las como reserva.
§          Decidir quem inicia o jogo.
§          O primeiro jogador vira uma peça sobre a mesa.
§          O jogador da direita verifica se há em sua mão um peça contendo um resultado igual a um dos resultados   de peça que está sobre a mesa.
§          Se houver, junta a sua ficha à da mesa, deixando encostados os resultados iguais.
§          Se não houver, pega uma a uma peças da reserva, até encontrar uma peça que encaixe com a da mesa.
§          Se as peças da reserva acabarem, o jogador passa a sua vez para o próximo jogador. Este procede da mesma maneira, buscando resultados iguais aos das extremidades.  

Vencedor: o jogador que conseguir encaixar todas as suas peças primeiro.



Plantando Feijão
Recordar a história (que poderá ter sido trabalhada em aulas anteriores) intitulada Catando Feijão, de Liliane Romanelli.
Realizar o plantio de feijõezinhos com as observações colhidas durante o seu desenvolvimento.
Combinar com os alunos que será feita a experiência de plantar feijões nos potes de iogurte, tendo o algodão no fundo dos mesmos embebecido em água.
Observar diariamente o desenvolvimento dos feijões e fazer o registro na folha que ficará exposta no varal de trabalhos. (O plantio poderá ser feito numa segunda-feira, a fim de que os alunos possam, por 5 dias consecutivos, fazer a observação em conjunto).
Paralelamente aos feijõezinhos plantados pelos alunos, fazer o plantio de três potes de feijões. Um será colocado numa caixa fechada, outro ficará sem água e o outro será cuidado todos os dias.
Comparar os resultados dos feijõezinhos que ficaram sem água e sem luz.
Explicar a necessidade que os seres vivos têm do sol (calor) e da água para sobreviverem.

Recursos Complementares
Após uma semana, o feijão poderá ser plantado num vaso com terra ou na horta escolar para que os alunos acompanhem o seu desenvolvimento.

OFICINA CARMELINHA - Grupo 8

Tema: Como foi o ano de 2012? Como será o ano de 2013?


Objetivos:

Refletir sobre o que aprenderam e o que esperam no próximo ano e os seus sonhos.
Ter uma interação com todos e transpor suas ideias entre eles mesmos.


Desenvolvimento:

Fazer um círculo de alunos, com uma garrafa giratória, para onde apontar a garrafa, os alunos deverão fazer as perguntas propostas pelos professores, sendo assim, interagir com os outros.
A redação será feita em forma de desenho, para em seguida, os alunos poderem expor o que aprenderam e o que esperam alcançar no futuro.


Recursos:


Garrafa, espaço, folhas de ofício, lápis de cores, giz, régua e lápis.


Avaliação:


Poderemos observar o que os alunos esperam do futuro e o que aprenderam.


Considerações posteriores:


Alunos com perspectivas diferentes.

Grupo 8:

Juliana Sousa, Luiz Claudio, Raquel França e Thylara Dantas.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

OFICINA DE NATAL - CARMELINHA - Plano de aula do grupo 6

Nomes: Barbara Romualdo, Darliane Gomes, Ester Cândida, Larissa Pimentel, Mariana Sancas, Natália Machado e Thais Ribeiro.

Trabalhando musicas natalinas e confecção de instrumentos.

Plano de aula do Carmelinha
Objetivos: Desenvolver a criticidade sobre a música, a relação entre a música, identificação dos instrumentos musicais, a música como linguagem e expressão.
Atividade 1: Para instigar os alunos sobre os sons e verificar suas habilidade na identificação dos instrumentos musicais. Utilizando gravações de instrumentos musicais. Após a identificação dos sons, o professor pode  após a análise dos materiais ir exercitar os sons, produzidos pelo corpo humano (mãos, pés, voz, boca, pernas), pelos materiais escolares (canetas, cadernos, papel).
Atividade 2: Após explorar as possibilidades de criar o som no corpo humano, o professor deve apresentar aos alunos os diversos estilos de músicas natalinas. É importante que os alunos ouçam atenciosamente os áudios e tentem identificar os instrumentos.
Atividade 3: Agora é hora dos alunos confeccionarem seus próprios instrumentos. Depois da confecção dos intrumentos, os alunos e professores devem escolher duas músicas para ensairem e fazer uma pequena apresentação.
Materiais para fazer o chocalho: Dois copos descartáveis, arroz e fita Durex colorida.
Passo a passo: Coloque uma quantidade de arroz dentro de um dos copos, junte os dois copos e cole com fita Durex, depois é só fazer os detalhes que quiser com a fita durex colorida.
Atividade 4: É hora do show.
Avaliação: Ao apresentar a proposta de trabalho para turma, é importante que o professor deixe claro os critérios de avaliação, para que os alunos tenham ciência do que precisaram desenvolver e quais objetivos terão de ser alcançados. O professor pode propor uma avaliação em conjunto com a turma, isto é, os alunos também podem avaliar o trabalho dos colegas, dessa forma irão desenvolver senso crítico.





terça-feira, 27 de novembro de 2012

Biografia de Noel Rosa

















Grupo 7 - Caroline Tejeda, Daniela Lima, Tatiany Ferreira, Sarah Barbosa, Camilla Braga

OFICINA NATAL - CARMELINHA Plano de Aula Grupo 7

Conteúdos:

- Reconhecer costumes típicos, hábitos originários da região e suas intervenções culturais.
- Símbolos e significado do Natal, valores, quantidades, cores, raciocínio e atenção.

Objetivos:

- Conhecer o verdadeiro significado do Natal e os valores que devem estar presentes na convivência humana 

Desenvolvimento:
-Lançar a seguinte pergunta: Quais as características do Papai Noel? Como ele se veste? Como é sua aparência?
-Induzir a seguinte reflexão: O Papai Noel conseguiria viver de maneira confortavel com aquelas roupas e barbano Rio de Janeiro? Por que?
- Em uma folha de ofício, a criança montará o Papai Noel Brasileiro, tropical ou de acordo com as influencias culturais da região específica.

Recursos:
Cartolina, papel oficio, hidrocor, lápis de cor, giz de cera

Avaliação:
- Será observado o desempenho da criança na manipulação do material, bem como, a compreensão e realização das atividades propostas e suas manifestações artísticas.






Grupo 7 
Alunas: Caroline Tejeda, Sarah Barbosa, Raquel Silva, Daniela Lima, Tatiany Ferreira, Camilla Braga, Rayanne Fernanda

Símbolos Natalinos Grupo 04. Turma 4004

  • Apostila

  • Atividades
Atividades:
11)   Responda:
a)    Em que dia se comemora o Natal?
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b)   Qual foi a lição que Cristo nos ensinou?
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c)    Quando você pensa em Natal, você se lembra de que?
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d)   Em que dia da semana será o Natal este ano?
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22)   Circule as figuras que lembram o Natal.


3) Realizar um cartão de Natal para quem desejar.


Mural sobre a Carmela Dutra Grupos 3 e 4. Turma 4004


  • Bibliografia

Carmela Dutra nasceu na Ilha do Governador (Rio de Janeiro) em 17 de setembro de 1844, filha de Manoel Antonio Leite e Emilia Telles Leite. Casou em primeiras núpcias em 08 de dezembro de 1904 com José Pinheiro de Ulhôa, casamento do qual nasceram os filhos Carmelita e José.
Em 19.02.1914 casou-se em segundas núpcias com o segundo tenente do exército brasileiro Eurico Gaspar Dutra, nascendo desse matrimônio os filhos Emilio e Antônio.
Ingressou no quadro na então Prefeitura do Distrito Federal em novembro de 1911, tendo sido lotada no Colégio Estadual Ferreira Viana. Exerceu a função de Vice-Diretora do Instituto Profissional Orcina da Fonseca.
Quando o marechal Eurico Gaspar Dutra ascendeu à Presidência da República, dona Carmela, verificando que restara vultosa importância da contribuição dos amigos para a campanha eleitoral, prontificou-se logo a devolvê-la. Mas os correligionários do Presidente eleito conferiram à dona santinha, como era carinhosamente chamada, o direito de dar a tais recursos uma aplicação de sua escolha. Decidiu-se Dona Carmela pela construção de uma capela no jardim da residência presidencial. Assim, no dia 30.09.1946, a comissão encarregada da construção da Capela Santa Terezinha do Palácio Guanabara entregou ao Presidente e a senhora Dutra a chave do templo oferecido à Nação.
Faleceu no Rio de Janeiro em 09 de outubro de 1947.
Seu nome foi concedido a duas instituições de saúde do municipio do Rio de Janeiro : o Hospital situado no bairro de Rocha Miranda e ao Hospital Maternidade, oriundo do governo federal, localizado no bairro de Lins de Vasconcellos.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:Secretaria de Saúde do Estado da Guanabara. Assistência pública : 80 anos de história.
Guanabara, RJ :SUSEME, 1970. 409p.