terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jacob do Bandolin Grupo 1 e 2

SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

COMPOSITORES DO SAMBA E DO CHORINHO
 RESGATANDO A IDENTIDADE CULTURAL

Apresentação de Biografia e vídeo

BIOGRAFIA:



Jacob Pick Bittencourt, mais conhecido como Jacob do Bandolim (Rio de Janeiro,14 de fevereiro de 1918 — Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1969) foi um músico,compositor e bandolinista brasileiro de choro. Filho do capixaba Francisco Gomes Bittencourt e da polonesa Raquel Pick, morou durante a infância no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.
São de sua autoria clássicos do choro como Vibrações, Doce de Coco, Noites Cariocas, Assanhado e Receita de Samba. Alcançou popularidade ao montar o conjunto Época de Ouro no início da década de 60, que permanece em atividade até hoje.
Morava em uma casa avarandada com jardim em Jacarepaguá (Rio de Janeiro), rodeado pelas rodas de choro e de grandes amigos chorões. Apesar de não ser um entusiasta do carnaval, gostava do frevo. Estudou no Colégio Anglo-Americano e serviu no CPOR; trabalhou no arquivo do Ministério da Guerra, quando já tocava bandolim. Por fim, Jacob fez carreira como serventuário da justiça no Rio de janeiro, chegando a escrivão de uma das varas criminais da capital.
Entre seus ídolos estavam Almirante (compositor), Orestes Barbosa, Noel Rosa, Nonô(pianista, tio de Ciro Monteiro e parente do cantor Cauby Peixoto), Bonfiglio de Oliveira,Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Sinhô, Paulo Tapajós, João Pernambuco, Capiba eLuiz Vieira.
Em 1968 foi realizado um espetáculo no Teatro João Caetano (Rio de Janeiro) em benefício do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Com Jacob do Bandolim,A divina Elizeth Cardoso, Zimbo Trio e o Época de Ouro. A apresentação de Jacob tocando a música Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) foi antológica. Foi lançado álbum com dois longplays (LP) da gravação original do espetáculo, em edição limitada. Foi "guru" de Sérgio Cabral (pai do governador do Estado do Rio de Janeiro,Sérgio Cabral Filho), Hermínio Bello de Carvalho,Ricardo Cravo Albin
Teve um casal de filhos, sendo que um deles, era o jornalista polêmico (O Globo, Última Hora) e compositor Sérgio Bittencourt, já falecido. A sua filha Elena Bittencourt preside o Instituto Jacob do Bandolim.
Passou sua última tarde, no bairro de Ramos, em visita a seu amigo compositor e maestro Pixinguinha. Ao chegar à varanda da sua casa cansado e esbaforido, caiu nos braços de sua esposa Adília, já sem vida.

Início da carreira

Quando criança, ainda no bairro da Lapa, Jacob ouvia um vizinho francês e cego tocar violino. Este acabou por ser, aos 12 anos de idade, seu primeiro instrumento. Por não se adaptar ao arco do violino, Jacob começou a tocá-lo usando grampos de cabelo. Pouco depois ele ganhou seu primeiro bandolim, um modelo de cuia, napolitano.
Jacob não teve professor, sempre foi autodidata. Treinava repetindo os trechos de músicas que ouvia em casa e na rua. Com 13 anos ouviu seu primeiro choro, tocado no prédio em frente a sua casa. A música era É do que há, composta por Luiz Americano.
Em 20 de dezembro de 1933, se apresentou pela primeira vez na Rádio Guanabara, ainda como amador, com o conjunto Sereno, formado por amigos. Tocaram o choro Aguenta Calunga, de autoria de Atilio Grany. Jacob, que nessa época ainda tocava de ouvido, não gostou de seu desempenho e decidiu praticar ainda mais.
Em 1934, Jacob se apresentou ao violão no Programa Horas Luzo-Brasileiras, na Rádio Educadora e no Clube Ginástico Português, acompanhando o violonista Antonio Rodrigues e os cantores de fado Ramiro D'Oliveira e Esmeralda Ferreira. A fase fadista não durou muito.
Ao se decidir pelo bandolim como instrumento Jacob iniciou sua carreira no rádio em 17 de maio de 1934, no Programa dos Novos, na Rádio Guanabara. O programa contava com um juri composto por, dentre outros, Orestes Barbosa, Francisco Alves e Benedito Lacerda. Jacob, que havia entrado no concurso sem pretensões profissionais, saiu vencedor, disputando com outros 28 concorrentes e recebendo nota máxima do juri.

 

Carreira radiofônica

Com a vitória no concurso da Rádio Guanabara, Jacob foi chamado para revezar, com o já consagrado conjunto de Benedito Lacerda, o Gente do Morro, no acompanhamento dos grandes artistas da época, entre eles, Noel Rosa, Augusto Calheiros, Ataulfo Alves,Carlos Galhardo e Lamartine Babo. Seu conjunto passou a se chamar então "Jacob e sua gente" e era formado por Osmar Menezese Valério Farias "Roxinho" nos violões, Carlos Gil no cavaquinho, Manoel Gil no pandeiro e Natalino Gil no ritmo.
Com o sucesso na Rádio Guanabara Jacob passou a ser presença comum nos programas de rádio. Ganhava cache se apresentando em diversas rádios, como Rádio Cajuti, Rádio Fluminense, Rádio Transmissora (atual Rádio Globo, Rádio Mayrink Veiga, onde atuava no Programa do Casé, e na Rádio Ipanema, que virou Rádio Mauá e onde Jacob ganhou um programa só seu.







quinta-feira, 29 de novembro de 2012

RECURSOS - Grupo: 3 e 4



Instituto de Educação Carmela Dutra
Grupo: 3 e 4
Alunos: Beatriz Martins, Lucas Ribeiro, Lyvia Nogueirol, Marcelly de Souza, Mariana Regina, Priscylla de Oliveira, Rayanne Nunes, Rayssa Gomes, Tayanne Cristina, Thalita Gaia, Thamara Maciel, Thayná Alexandre e Wellington Santos.
Professora: Maristela






               



  1.             O jogo do bingo contendo adição, subtração, cálculo mental, poderá ser realizado de diferentes formas. Apresentaremos duas opções
·         Providencie uma cartela de bingo contendo 15 números para cada aluno.
  
·         Em seguida, escreva uma operação de cada vez no quadro, se preferir fale as operações para as crianças.    
  
·         Os alunos deverão fazer os cálculos mentais e quando encontrarem o valor deverão marcá-lo na cartela, se preferirem, os alunos poderão anotar as operações no caderno, resolvê-las e depois marcarem na cartela.

 



DOMINÓ

Material:

§         Papel de rascunho;
§         Lápis para os cálculos;
§         20 peças de dominó;
§         Tesoura sem ponta.














Jogadores: 2 ou 3 participantes.
Objetivo: Encaixar todas as peças que estiverem na mão.

Regras:

§          Embaralhar e distribuir sete (7) peças para cada jogador. Se sobrarem peças, deixá-las como reserva.
§          Decidir quem inicia o jogo.
§          O primeiro jogador vira uma peça sobre a mesa.
§          O jogador da direita verifica se há em sua mão um peça contendo um resultado igual a um dos resultados   de peça que está sobre a mesa.
§          Se houver, junta a sua ficha à da mesa, deixando encostados os resultados iguais.
§          Se não houver, pega uma a uma peças da reserva, até encontrar uma peça que encaixe com a da mesa.
§          Se as peças da reserva acabarem, o jogador passa a sua vez para o próximo jogador. Este procede da mesma maneira, buscando resultados iguais aos das extremidades.  

Vencedor: o jogador que conseguir encaixar todas as suas peças primeiro.



Plantando Feijão
Recordar a história (que poderá ter sido trabalhada em aulas anteriores) intitulada Catando Feijão, de Liliane Romanelli.
Realizar o plantio de feijõezinhos com as observações colhidas durante o seu desenvolvimento.
Combinar com os alunos que será feita a experiência de plantar feijões nos potes de iogurte, tendo o algodão no fundo dos mesmos embebecido em água.
Observar diariamente o desenvolvimento dos feijões e fazer o registro na folha que ficará exposta no varal de trabalhos. (O plantio poderá ser feito numa segunda-feira, a fim de que os alunos possam, por 5 dias consecutivos, fazer a observação em conjunto).
Paralelamente aos feijõezinhos plantados pelos alunos, fazer o plantio de três potes de feijões. Um será colocado numa caixa fechada, outro ficará sem água e o outro será cuidado todos os dias.
Comparar os resultados dos feijõezinhos que ficaram sem água e sem luz.
Explicar a necessidade que os seres vivos têm do sol (calor) e da água para sobreviverem.

Recursos Complementares
Após uma semana, o feijão poderá ser plantado num vaso com terra ou na horta escolar para que os alunos acompanhem o seu desenvolvimento.

OFICINA CARMELINHA - Grupo 8

Tema: Como foi o ano de 2012? Como será o ano de 2013?


Objetivos:

Refletir sobre o que aprenderam e o que esperam no próximo ano e os seus sonhos.
Ter uma interação com todos e transpor suas ideias entre eles mesmos.


Desenvolvimento:

Fazer um círculo de alunos, com uma garrafa giratória, para onde apontar a garrafa, os alunos deverão fazer as perguntas propostas pelos professores, sendo assim, interagir com os outros.
A redação será feita em forma de desenho, para em seguida, os alunos poderem expor o que aprenderam e o que esperam alcançar no futuro.


Recursos:


Garrafa, espaço, folhas de ofício, lápis de cores, giz, régua e lápis.


Avaliação:


Poderemos observar o que os alunos esperam do futuro e o que aprenderam.


Considerações posteriores:


Alunos com perspectivas diferentes.

Grupo 8:

Juliana Sousa, Luiz Claudio, Raquel França e Thylara Dantas.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

OFICINA DE NATAL - CARMELINHA - Plano de aula do grupo 6

Nomes: Barbara Romualdo, Darliane Gomes, Ester Cândida, Larissa Pimentel, Mariana Sancas, Natália Machado e Thais Ribeiro.

Trabalhando musicas natalinas e confecção de instrumentos.

Plano de aula do Carmelinha
Objetivos: Desenvolver a criticidade sobre a música, a relação entre a música, identificação dos instrumentos musicais, a música como linguagem e expressão.
Atividade 1: Para instigar os alunos sobre os sons e verificar suas habilidade na identificação dos instrumentos musicais. Utilizando gravações de instrumentos musicais. Após a identificação dos sons, o professor pode  após a análise dos materiais ir exercitar os sons, produzidos pelo corpo humano (mãos, pés, voz, boca, pernas), pelos materiais escolares (canetas, cadernos, papel).
Atividade 2: Após explorar as possibilidades de criar o som no corpo humano, o professor deve apresentar aos alunos os diversos estilos de músicas natalinas. É importante que os alunos ouçam atenciosamente os áudios e tentem identificar os instrumentos.
Atividade 3: Agora é hora dos alunos confeccionarem seus próprios instrumentos. Depois da confecção dos intrumentos, os alunos e professores devem escolher duas músicas para ensairem e fazer uma pequena apresentação.
Materiais para fazer o chocalho: Dois copos descartáveis, arroz e fita Durex colorida.
Passo a passo: Coloque uma quantidade de arroz dentro de um dos copos, junte os dois copos e cole com fita Durex, depois é só fazer os detalhes que quiser com a fita durex colorida.
Atividade 4: É hora do show.
Avaliação: Ao apresentar a proposta de trabalho para turma, é importante que o professor deixe claro os critérios de avaliação, para que os alunos tenham ciência do que precisaram desenvolver e quais objetivos terão de ser alcançados. O professor pode propor uma avaliação em conjunto com a turma, isto é, os alunos também podem avaliar o trabalho dos colegas, dessa forma irão desenvolver senso crítico.





terça-feira, 27 de novembro de 2012

Biografia de Noel Rosa

















Grupo 7 - Caroline Tejeda, Daniela Lima, Tatiany Ferreira, Sarah Barbosa, Camilla Braga

OFICINA NATAL - CARMELINHA Plano de Aula Grupo 7

Conteúdos:

- Reconhecer costumes típicos, hábitos originários da região e suas intervenções culturais.
- Símbolos e significado do Natal, valores, quantidades, cores, raciocínio e atenção.

Objetivos:

- Conhecer o verdadeiro significado do Natal e os valores que devem estar presentes na convivência humana 

Desenvolvimento:
-Lançar a seguinte pergunta: Quais as características do Papai Noel? Como ele se veste? Como é sua aparência?
-Induzir a seguinte reflexão: O Papai Noel conseguiria viver de maneira confortavel com aquelas roupas e barbano Rio de Janeiro? Por que?
- Em uma folha de ofício, a criança montará o Papai Noel Brasileiro, tropical ou de acordo com as influencias culturais da região específica.

Recursos:
Cartolina, papel oficio, hidrocor, lápis de cor, giz de cera

Avaliação:
- Será observado o desempenho da criança na manipulação do material, bem como, a compreensão e realização das atividades propostas e suas manifestações artísticas.






Grupo 7 
Alunas: Caroline Tejeda, Sarah Barbosa, Raquel Silva, Daniela Lima, Tatiany Ferreira, Camilla Braga, Rayanne Fernanda

Símbolos Natalinos Grupo 04. Turma 4004

  • Apostila

  • Atividades
Atividades:
11)   Responda:
a)    Em que dia se comemora o Natal?
_______________________________________________

b)   Qual foi a lição que Cristo nos ensinou?
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________

c)    Quando você pensa em Natal, você se lembra de que?
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d)   Em que dia da semana será o Natal este ano?
______________________________________________________________________________________________
  

22)   Circule as figuras que lembram o Natal.


3) Realizar um cartão de Natal para quem desejar.


Mural sobre a Carmela Dutra Grupos 3 e 4. Turma 4004


  • Bibliografia

Carmela Dutra nasceu na Ilha do Governador (Rio de Janeiro) em 17 de setembro de 1844, filha de Manoel Antonio Leite e Emilia Telles Leite. Casou em primeiras núpcias em 08 de dezembro de 1904 com José Pinheiro de Ulhôa, casamento do qual nasceram os filhos Carmelita e José.
Em 19.02.1914 casou-se em segundas núpcias com o segundo tenente do exército brasileiro Eurico Gaspar Dutra, nascendo desse matrimônio os filhos Emilio e Antônio.
Ingressou no quadro na então Prefeitura do Distrito Federal em novembro de 1911, tendo sido lotada no Colégio Estadual Ferreira Viana. Exerceu a função de Vice-Diretora do Instituto Profissional Orcina da Fonseca.
Quando o marechal Eurico Gaspar Dutra ascendeu à Presidência da República, dona Carmela, verificando que restara vultosa importância da contribuição dos amigos para a campanha eleitoral, prontificou-se logo a devolvê-la. Mas os correligionários do Presidente eleito conferiram à dona santinha, como era carinhosamente chamada, o direito de dar a tais recursos uma aplicação de sua escolha. Decidiu-se Dona Carmela pela construção de uma capela no jardim da residência presidencial. Assim, no dia 30.09.1946, a comissão encarregada da construção da Capela Santa Terezinha do Palácio Guanabara entregou ao Presidente e a senhora Dutra a chave do templo oferecido à Nação.
Faleceu no Rio de Janeiro em 09 de outubro de 1947.
Seu nome foi concedido a duas instituições de saúde do municipio do Rio de Janeiro : o Hospital situado no bairro de Rocha Miranda e ao Hospital Maternidade, oriundo do governo federal, localizado no bairro de Lins de Vasconcellos.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:Secretaria de Saúde do Estado da Guanabara. Assistência pública : 80 anos de história.
Guanabara, RJ :SUSEME, 1970. 409p.


Oficina de Jogos Educativos Grupo 3 e 4. Turma 4004

  • Apostila da oficina

Os jogos educativos são uma ferramenta eficaz na aprendizagem. Além de serem ótimos presentes criativos, ajudam na motivação do aluno, contribuem como estratégias alternativas para o desenvolvimento de conteúdos, na aquisição de certas habilidades, pois muitos possuem mais facilidade para aprender e memorizar através desse método.
A forma de ensinar é lúdica, não sendo cansativa e ajuda despertar o interesse. Influencia não só o processo intelectual, cognitivo, mas também as relações sociais e as maneiras de agir diante das coisas. Saiba um pouco mais sobre a importância dos jogos educativos, os diversos tipos existentes, algumas dicas de jogos para aplicar em sala de aula e a importância e os cuidados dos jogos online.


A importância dos jogos educativos

Crianças que possuem dificuldade de concentração e de aprendizagem podem ter um resultado muito mais satisfatório quando o método para ensinar são os jogos. Eles estimulam o aluno, o motivam, despertam a curiosidade, proporcionando uma forma de aprender que é prazerosa, de maneira lúdica, bem diferente dos resultados de uma aprendizagem sob “pressão”. Outro ponto importante é a maneira com que os jogos influenciam no desenvolvimento da agilidade, da concentração e do raciocínio. Contribuem para um desenvolvimento intelectual, pois precisam pensar, tomar “decisões”, criar, inventar, aprender a arriscar e experimentar. Dependendo da maneira com que os jogos são aplicados, podem ajudar também no comportamento em grupo, nas relações pessoais e na ajuda coletiva.

Para crianças em processo de alfabetização, os jogos permitem com que elas assimilem melhor e se familiarizem com as letras, os números, as formas, as cores e desenvolve a percepção de que existe uma lógica. Como brincam com tudo, e a todo instante, é importante a presença de jogos que, além de proporcionar uma boa brincadeira, sirva para o seu desenvolvimento, e as faça ver o aprendizado como algo interessante.

Há uma grande importância em “brincar”; crianças que não brincam podem desenvolver grandes dificuldades e frustrações no decorrer da vida. Hoje, o modo acelerado de se viver influencia na forma de aprendizagem das crianças, pois possuem a agenda cheia de atividades, vivem atarefadas, exaustas, não têm mais paciência e acabam perdendo a essência da brincadeira.

Consequentemente, isso influencia na maneira de agir diante de algumas situações, corta a imaginação e a criatividade, a criança não tem mais o prazer de sentar para jogar um jogo de tabuleiro, jogo de cartas, os pais não  têm mais tempo para jogar junto com os filhos, tempo de desenvolver atividades diferentes e tudo isso afeta no aprendizado.

Por isso, é importante a liberdade para as brincadeiras, o espaço e o incentivo dos pais e dos  educadores. Os jogos educativos permitem essa liberdade, a criança mesmo estando no seu tempo livre, desenvolve atividades intelectuais, cognitivas, de uma forma divertida.  E os jogos também facilitam a forma de educar, fazendo com que a sala de aula seja um ambiente agradável. A escola precisa ser um lugar onde as brincadeiras não perdem a vez.

A disciplina também pode ser desenvolvida através dos jogos, pois é necessário ter uma ordem para  efetuar a atividade e quando há um interesse pelo que está sendo apresentado, a criança contribui para essa ordem. Sendo assim, o tema, por mais difícil de ser ensinado e compreendido, é melhor absorvido quando há o interesse, a curiosidade e a disciplina e em todos esses aspectos os jogos educativos podem contribuir.
É de grande importância o uso de jogos na sala de aula, proporcionando uma forma de aprendizagem mais agradável e ajudando no desenvolvimento de várias áreas importantes na vida de uma criança. Disponibilizamos aqui algumas dicas de jogos:
Após uma aula sobre determinado tema, é interessante utilizar o jogo das perguntas para memorizar.

JOGO DE PERGUNTAS


Divide-se a turma em duas equipes, a professora dará dicas para as equipes adivinharem a palavra.

Exemplo:
O tema da aula foi sobre os estados do Brasil, a professora escolhe “São Paulo” para as equipes adivinharem e dá pistas referentes à matéria dada em aula pra que elas descubram:
“Localiza-se no Sudeste”;
“Grande concentração urbana”.

Assim, todos da equipe pensam em conjunto, lembram do que ouviram na aula, memorizam, se arriscam a dizer a resposta, entre outros fatores que ajudam no desenvolvimento do aluno.
Para os principiantes na leitura e na escrita, há jogos que ajudam a treinar, assimilar e pensar:

JOGO DAS LETRAS
Uma pessoa ou equipe escolhe um tema e várias palavras referente a esse tema, a outra pessoa ou equipe precisa adivinhar quais são as palavras em um tempo determinado. Mas, quem escolhe  as palavras,  pode dar dica de quantas sílabas têm, quantas vogais e consoantes, e quem tem que adivinhar tem um determinado número de chutes.

Exemplo:
Tema – Escola.
Palavras escolhidas: quadro, carteira, mochila, cantina.
Dicas: a primeira palavra possui apenas duas sílabas, a segunda palavra tem 4 vogais, a terceira palavra tem 4 consoantes,  a última tem 2 “n”
O outro grupo tem dois minutos para adivinhar, de acordo com as dicas, e tem duas chances de chutar duas letras a cada palavra, exemplo: “a primeira palavra tem letra U? E letra I?”, após usar  os dois chutes, não tem mais chances, precisa dizer qual é a palavra.
Para treinar a escrita, a leitura e a criatividade:
JOGO DAS HISTÓRIAS

Cada um pega uma folha e começa a escrever uma história sobre qualquer tema. Após a professora mandar trocar, a folha de cada um deve ser passada para o lado. Assim que receber um folha que a outra pessoa já tinha começado uma história, você deve continuá-la. Mas como o tempo vai ser curto, não vai ter como ler a história desde o início. Então,  a regra é ler apenas a última frase que a outra pessoa escreveu, continuar a história e assim sucessivamente. Todas as folhas precisam passar por todos, até que chegue na mão de quem começou. Para essa organização, a melhor maneira é que o jogo seja feito em um círculo. Quando a folha certa chegar na mão de cada um, todos precisam ler, e quem achar a sua história interessante ou engraçada, lê em voz alta para a turma toda. 
São interessantes, também, os jogos de quebra cabeça, ligues os pontos, palavras-cruzadas, para entender, aprender e memorizar determinado assunto:
QUEBRA-CABEÇA

Ao ensinar sobre um assunto, faça um quebra-cabeça com um desenho referente a esse tema.

Exemplo:
Tema: Corpo humano / ossos
O quebra-cabeça tem todos os ossos do esqueleto e as crianças precisam juntar corretamente para chegar ao objetivo

PALAVRAS-CRUZADAS

Também referente a um certo tema, com enigmas e dicas para que se chegue até a palavra correta.
O educador prepara uma palavra cruzada e dá as dicas para o aluno. Para ter um ponto de partida, é possível que uma das palavras já esteja preenchida.

Exemplo:
Tema - Animais
Faça a palavra cruzada e coloque as dicas:
1.Mamífero, domesticado


Para ajudar na matemática, no raciocínio lógico e rápido, de uma forma bem dinâmica:

JOGO DOS CARTAZES

É preciso que cada criança tenha um cartaz com um número, que vai depender da quantidade de alunos e a professora precisa de um apito.
A turma é dividida em dois grupos, mas os números em cada grupo precisam ser aleatórios, não podem ser consecutivos. A professora determina o objetivo e apita para os alunos se organizarem.

Exemplo:
O grupo 1 precisa se organizar para que a soma dos cartazes dê “12”, e o grupo 2 se organiza para que a subtração dê “6”, se for preciso que alguém saia do grupo para que o resultado dê certo, a criança sai e se junto ao grupo  dos que estiverem fora e esses precisam multiplicar o número dos cartazes e dar o resultado.

A professora determina o tempo para que os alunos se organizem e isso pode ser aplicado também como uma gincana.  O grupo que acertar passa para próxima fase, ou podem ser aplicadas recompensas para o grupo que conseguir; isso cabe à professora avaliar se é necessário ou não.




 Há dinâmicas que ajudam as crianças a se relacionar melhor e perder a timidez:

JOGO DA VIRTUDE


A turma senta em uma roda,  todos precisam de um papel e uma caneta. Cada um vai escrever no papel uma virtude (qualidade) da pessoa que está à direita, mas sem identificar quem é. Após todos escreverem, a professora recolhe, mistura todos, e abre um por um e lê para todos. Aí,  as crianças vão tentar identificar a quem pertence tais características. O mais votado pega o papel e guarda até o fim do jogo.
Quando todos já estiverem com um papel na mão, falarão se concordam, ou não, com o que está no papel e identificarão no próprio ponto de vista qual a sua maior qualidade. Depois, a pessoa da direita vai falar o que colocou e por quê. No final, é importante que o educador explique a importância de reconhecer as virtudes das pessoas.

Para raciocínio lógico e uma melhor percepção:

JOGO DAS CORES

A professora distribui uma folha com o contorno de um desenho, e divide esse desenho em subdivisões (variam de acordo com a idade da criança; para as mais novinhas, indicam-se divisões de  6 partes), e cada um vai ter 4 cores diferentes de lápis, canetinha ou giz de cera. O objetivo é colorir o desenho, mas cada subdivisão precisa ser de uma cor diferente, que não pode ser igual às cores que estão pintadas ao lado, ou seja, as cores não podem se encontrar.
Para ajudar na memorização:
JOGO DA SEQUÊNCIA
A professora escolhe um tema e cada aluno precisa falar uma palavra referente ao tema e o próximo da roda precisa falar o do amigo, o dele, e assim por diante.
Exemplo:
Tema - Fui à praia e levei...
1º aluno: protetor solar.
2º aluno: protetor solar, óculos.
3º aluno: protetor solar, óculos, guarda-sol.

  Os jogos recreativos também podem ajudar na participação em grupo e na rapidez:
Pique-bandeira, Cabo de Guerra, Gincanas, Corre Cutia etc.


FONTE: www.jogos-educativo.info


Instituto de Educação Carmela Dutra.
Rio de Janeiro: 16 de outubro de 2012.
Alunos: Beatriz Martins, Lucas Ribeiro, Lyvia Nogueirol, Marcelly de Souza, Mariana Regina, Priscylla de Oliveira, Rayanne Nunes, Rayssa Gomes, Tayanne Cristina, Thalita Gaia, Thamara, Maciel, Thayná Alexandre e Wellington Santos. Turma: 4004
Professora: Maristela Figueiredo. Disciplinas: CDPEF/PPIPEF

 “AGRADECEMOS POR VOCÊ TER PARTICIPADO DA NOSSA OFICINA SOBRE JOGOS EDUCATIVOS”. 

  • Jogo desenvolvido na oficina
 "SOLETRANDO"
         Regras:

- O professor ("aluno", "apresentador") conduz a soletração dizendo a palavra.

- O aluno (participante da oficina) da vez tem que, obrigatoriamente:
1) Repetir a palavra dita
2) Soletrar
3) Repetir novamente a palavra - indicando que terminou a soletração.

- Se o aluno (participante da oficina) errar alguma letra, acento ou qualquer outro sinal gráfico como: cedilha, hífen, etc; a soletração será considerada errada.

- Depois de iniciada a soletração, é proibido corrigir qualquer letra. O aluno (participante da oficina) pode até recomeçar a soletração, mas não pode mudar a ordem de nenhuma palavra que já tenha dito.

- Antes de começar a soletração o aluno (participante da oficina) pode pedir aos juízes os seguintes benefícios:
1) Pedir para que o professor ("aluno", "apresentador") repita a palavra até 3 vezes.
2) Sinônimo da palavra.
3) Classificação gramatical.
4) Definição.
5) Aplicação da palavra numa frase.

- Depois que o aluno (participante da oficina) terminar a soletração, o professor ("aluno", "apresentador") consulta os juízes para fazer a correção da palavra.

- Logo o mesmo levanta uma placa com um Smilie de feliz caso esteja correta, ou de triste caso esteja errada (e caso seja errada: fazer a correção da palavra e apontar onde houve o erro).