
PROJETO CONSTRUINDO E RECONSTRUINDO A LEITURA E A ESCRITA. ALUNOS E ALUNAS DA 4ª SÉRIE DO CURSO FORMAÇÃO DE PROFESSORES. INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CARMELA DUTRA
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
PROJETO LITERANDO
Literando
Apresentação
Este projeto tem por finalidade despertar nos alunos o
interesse pela leitura e escrita.
Justificativa
Justificativa
Tendo em vista as dificuldades apresentadas pelas turmas na
construção da leitura e escrita, surgiu a ideia de criar um projeto cuja
finalidade é despertar o interesse dos alunos pela leitura e escrita, estimular
o ima-ginário e compreender o que eles sentem e pensam, fazendo um paralelo entre
o fictício com a realidade atual.
Enunciação do desafio pedagógico
São alunos criativos, críticos, agitados e com oralidade
desenvolvida, no entanto apresentam dificuldades na construção da escrita e
leitura, assim sendo, este projeto pretende incentivá-los a produzirem textos
com diversas temáticas, onde os mesmos possam de forma lúdica desenvolver suas
habilidades e compe-tências, e desde modo despertar o gosto e o hábito pela
leitura e escrita.
Objetivos
. Utilizar aas diferentes linguagens - verbal, matemática,
gráfica, plástica e corporal – como meio para produzir, expressar e comunicar
suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos
públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de
comunicação.
. Valer-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas
relações pessoais, sendo capazes de expressar seus sentimentos, experiências,
ideias e opiniões, bem como de acolher, interpretar e considerar os dos outros,
contrapondo-os quando necessário.
. Utilizar a vivência do aluno no contexto que vise o
desenvolvimento da leitura e escrita.
. Selecionar vários gêneros literários para serem lidas e
discutidas em grupo.
. Desenvolver a produção de textos com diversas temáticas.
. Estimular o senso crítico e a criatividade.
. Despertar o gosto pela leitura.
. Valorizar suas produções, como obras literárias.
. Reconhecer algumas histórias infantis.
. Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos.
. Oportunizar a criatividade, imaginação, humor,
ilusionismo.
. Desenvolver o hábito de ouvir com atenção.
. Enriquecer e ampliar o vocabulário.
. Intervir, posicionar, julgar e modificar historinhas e
contos.
. Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio.
. Permitir a livre expressão.
. Promover e estimular a linguagem oral.
Competências
. Capacidade para ler e escrever com autonomia.
. Capacidade em produzir textos escritos adequados à
situação presente.
Componentes curriculares
Poderá ser trabalhado com as demais disciplinas
curriculares, porque a construção da leitura e escrita é um processo lento, sistemático
e contínuo.
Meta
Este projeto tem como meta desenvolver e incentivar nos
alunos o prazer de ler e escrever, garantindo benefícios reais para as
dificuldades apresentadas por eles.
Estratégias
. Leitura e escrita de obras literárias, individuais e
coletivas
. Debate sobre as informações contidas nas obras literárias
e nos textos.
. Elo comparativo dos problemas apresentados nas obras
literárias, com as vivências dos alunos.
. Realização de oficinas.
Prazos
Durante o 2º semestre de 2012.
Locais
Nas salas de aula, sala de artes, auditório e pátio interno.
Responsáveis e atribuições
Professoras Katya, Amanda e Priscila.
Recursos materiais
Quadro branco
Papel ofício, papel pardo e
cartolina
Livros didáticos e paradidáticos
Materiais artísticos
Cópias de textos
Computador
Impressora
Câmera fotográfica digital para o
registro dos trabalhos
Recursos humanos
Professores
Alunos do 4º e 5 ºano
Providências para obtenção dos
recursos
Os recursos serão providenciados
pela equipe da Unidade Escolar.
Avaliação
A avaliação será contínua e
baseada na observação e registro da construção da leitura e escrita.
A participação dos alunos, em
grupo, também será avaliada e registrada em relação ao uso da responsabilidade
e integração.
Conclusão
Com este projeto espera-se que os alunos
desenvolvam a construção da leitura e escrita de forma prazerosa.
Referências bibliográficas
SEEDUC. Diretrizes Curriculares – Anos Iniciais do
Ensino Fundamental – Fevereiro 2010.
SEEDUC. Proposta Curricular: Um
Novo Formato – Língua Portuguesa – Fevereiro 2010.
Revista Nova Escola – Ano XXV – nº
234 – Agosto 2010.
MEC - PCNs – Parâmetros
Curriculares Nacionais.
BRASIL, Ministério da Educação.
Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro
e quarto ciclos do ensino fundamental: Língua Portuguesa. Brasília:
MEC/SEF,1998.
http://cantinhodassugestoes.blogspot.com.br
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
PLANO DE AULA - FOLCLORE - GRUPO 6, 7 e 8
PLANO DE AULA
Rio de Janeiro, 26 de agosto de 2012.
1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
ESCOLA: Instituto de Educação Carmela Dutra
PROFESSOR (A): Maristela Motta
DISCIPLINA (S): PPIP-EF
DURAÇÃO:
ANO/SÉRIE: 4ºano do Ensino Fundamental – TURNO: Manhã
2 - TEMA CENTRAL: Folclore
3 - CONTÉUDO(S):
Português, Matemática, História e Artes.
4 - OBJETIVOS:
Expressar-se através da fala, expondo
oralmente suas vivências e conhecimentos sobre o tema Folclore;
Brincar de adivinhações trabalhando o
raciocínio e ampliando seu contato com as adivinhações;
Escrever sobre um mito do Folclore
brasileiro, mostrando seus conhecimentos e vivências através do registro
escrito;
Reconstruir coletivamente uma história com
personagens do Folclore Brasileiro, oportunizando a ampliação de vocabulário, a
troca de ideias e o desenvolvimento do raciocínio lógico, promovendo a
iniciativa e a cooperação no grupo;
Valorizar a próprias produções e do grupo,
trabalhando o respeito às diferenças;
Valorizar a cultura popular;
Expressar-se através do desenho a partir de
figuras humanas recortadas de revista, criando personagens do Folclore
Brasileiro incentivando a criatividade, iniciativa e autoestima;
Construir texto coletivo a partir da Técnica do Disparates.
5 - DESENVOLVIMENTO:
Apresentação de ambas as partes. Conversar um pouco com os
alunos sobre o que aprenderam com os outros grupos sobre o Folclore e fazer
duas atividades. O Disparate e o trava-línguas.
O Disparate é feito através de perguntas individuais, onde será
anotado em uma folha, podendo ser de ofício ou não, e a cada resposta, ir
dobrando o papel, para ao final, ver qual história montamos, referente ao tema
Folclore.
O Trava-línguas serão divididas em dois grupos e ver qual o
grupo consegue pronunciar melhor e mais rápido
6 - RECURSOS:
Livro - Bazar do folclore; papel de ofício, lápis de cor,
figuras de pessoas recortadas de revista e coladas em folha ofício, folha
ofício com três personagens do folclore, giz de cera, lápis, borracha,
cartolina e caneta de quadro.
7 - AVALIAÇÃO E/OU OBSERVAÇÕES GERAIS:
Através das produções e
participação da turma nas atividades propostas.
Considerações posteriores:
Os Alunos já estavam
interados das lendas folclóricas.
GRUPOS:
6, 7 e 8.
ALUNOS(AS:
Grupo 6:
Darliane Gomes, Ester
Cândida, Larissa Pimentel, Mariana Coutinho, Natália Machado e Thaís Ribeiro.
Grupo 7:
Camila Braga,
Caroline Rita, Daniela, Raquel Silva e Rayanne Fernanda.
Grupo 8:
Luiz Claudio, Raquel
França e Thylara Dantas.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
PLANO DE AULA - FOLCLORE/ GRUPOS 3, 4 e 5
Dados de Identificação:
Escola:
Instituto de Educação Carmela Dutra
PROFESSORA:
Maristela
DISCIPLINA:
PPIP-EF
DURAÇÃO:
1 HORA
ANO/SÉRIE
: 4° Ano do Ensino Fundamental – TURNO: Manhã
GRUPO:
TEMA CENTRAL: Folclore
Conteúdos:
História: Folclore – resgate das brincadeiras de roda e
adivinhações
Artes: Expressão corporal, ritmo e musicalidade.
Matemática: Raciocínio
Lógico
Português: Oralidade e vocabulário.
Objetivos:
Expressar
oralmente seu conhecimento sobre Folclore;
Falar
sobre suas preferências em relação a brincadeiras e brinquedos cantados;
Identificar
cantigas de roda;
Brincar
em cantigas de roda;
Vivenciar
a Cultura Folclórica, suas tradições e manifestações.
Valorizar
a cooperação pelo trabalho em grupo;
Aprender
a Trabalhar em grupo, respeitando as diferenças;
Estimular
o Raciocínio Lógico.
Desenvolvimento:
1°
momento
Com a
turma disposta em círculo, iniciaremos a atividade perguntando sobre o que
entendem por folclore, realizando uma sondagem oral do conhecimento da turma
sobre o assunto.
Após,
falaremos sobre as cantigas de roda:
Quem sabe
o que é uma cantiga de roda? Quem gosta de brincar de roda? Vocês brincam como?
Quais brincadeiras vocês gostam?
Explicar
ao grupo o que são as cantigas de roda, ou seja, brinquedos cantados, que são
passados de geração a geração ao longo do tempo. Alguns se modificam, pois de
acordo com o local, com o passar do tempo, as letras e as brincadeiras vão
sendo modificadas e transformadas por todos nós.
Apresentar
a cantiga ‘ A linda rosa juvenil’, realizando a interpretação do brinquedo
cantado na forma de teatrinho, conforme a cantiga.
Propor a
participação das crianças na roda, brincando de cantigas sugeridas pelo próprio
grupo.
2°
momento
Em sala,
organizaremos a turma em dois grandes grupos e explicaremos a proposta da
atividade. Perguntaremos:
Vocês
sabem o que são adivinhações?
Explicaremos
a atividade. Cada grupo terá a oportunidade de responder uma adivinhação, caso
não consiga, a oportunidade passará para o outro grupo. O grupo vencedor será o
que mais adivinhações responder.
Recursos:
Máscaras,
cantigas, adivinhações, quadro branco, caneta, e a revista: “Ciência Hoje
das Crianças”
Avaliação
e Observações Gerais:
A partir
da produção e participação do grupo durante toda atividade desenvolvida.
Importante:
A turminha a partir da conversa percebeu que tem brincado pouco, ficando muitas
horas vendo TV, ou ainda, acessando o computador. Com isso, as brincadeiras em
grupo, a troca, a cooperação e o prazer em estar junto e brincar vem se
perdendo. Vivências essas que nosso Folclore proporciona e que são necessárias
a todos nós, adultos e crianças.
Após
termos feito as adivinhações com a turma, as crianças desejaram brincar conosco
de adivinhações, no caso, elas nos fizeram diversas perguntas para que fossem
respondidas por todas nós do grupo. Isso nos proporcionou maior interação e
mostrar a elas, que todos podemos brincar e aproveitar , adultos e crianças,
além da importância que devemos sempre dar à produção popular.
A Linda Rosa Juvenil
Cantigas Infantis
A linda rosa juvenil, juvenil, juvenil
A linda rosa juvenil, juvenil
Vivia alegre em seu lar, em seu lar, em seu lar
Vivia alegre em seu lar, em seu lar
E um dia veio uma bruxa má, muito má, muito má
Um dia veio uma bruxa má, muito má
Que adormeceu a rosa assim, bem assim, bem assim
que adormeceu a rosa assim, bem assim
E o tempo passou a correr, a correr, a correr
E o tempo passou a correr, a correr
E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor
E o mato cresceu ao redor, ao redor
E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei
E um dia veio um belo rei, belo rei
Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim
que despertou a rosa assim, bem assim
Batemos palmas para o rei, para o rei, para o rei
batemos palmas para o rei, para o rei
A Linda Rosa Juvenil
Cantigas Infantis
A linda rosa juvenil, juvenil, juvenil
A linda rosa juvenil, juvenil
Vivia alegre em seu lar, em seu lar, em seu lar
Vivia alegre em seu lar, em seu lar
E um dia veio uma bruxa má, muito má, muito má
Um dia veio uma bruxa má, muito má
Que adormeceu a rosa assim, bem assim, bem assim
que adormeceu a rosa assim, bem assim
E o tempo passou a correr, a correr, a correr
E o tempo passou a correr, a correr
E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor
E o mato cresceu ao redor, ao redor
E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei
E um dia veio um belo rei, belo rei
Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim
que despertou a rosa assim, bem assim
Batemos palmas para o rei, para o rei, para o rei
batemos palmas para o rei, para o rei
Grupo 3: Lucas Ribeiro,Mariana Regina,Priscylla Pinheiro,Rayanne Nunes,Rayssa GomesThalita Gaia e Wellington Santos.
Grupo4: Beatriz Martins,Lyvia Nogueirol,Marcelly Sousa,Thamara Marciel ,Thayná Alexandre e Tayanne Martins.
Grupo5: Alessandra,Aline e Amanda.
PLANO DE AULA - FOLCLORE (CONT.)/ GRUPO 1 e 2
Para
fazer o origami do Saci é bem simples.
Disponibilize os materiais necessários e auxilie as crianças a repetir seus passos para confeccionar as dobraduras.
Inicie o trabalho pela cabeça do saci – para isso recorte um quadrado de papel (branco, preto ou marrom) e dobre-o ao meio, na diagonal formando um triângulo.
Em seguida:
Disponibilize os materiais necessários e auxilie as crianças a repetir seus passos para confeccionar as dobraduras.
Inicie o trabalho pela cabeça do saci – para isso recorte um quadrado de papel (branco, preto ou marrom) e dobre-o ao meio, na diagonal formando um triângulo.
Em seguida:
O
Saci feito pelas crianças.
GRUPO: 1 e 2
PLANO DE AULA - FOLCLORE/ GRUPO 1 e 2
Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2012.
1 - DADOS DE
IDENTIFICAÇÃO:
PROFESSOR (A):
Maristela Motta
DISCIPLINA (S):
PPIP-EF
DURAÇÃO: Inicio: 9H
e 30 min.
Término: 11h
Término: 11h
ANO/SÉRIE: 4ºano do
Ensino Fundamental – T. 401
2 - TEMA CENTRAL: Folclore
3 - CONTÉUDO(S): Linguagem
oral, estudos sociais, expressão artística e interpretação.
4 - OBJETIVOS:
Diferenciar lenda de história;
Expressar seu conhecimento sobre lenda;
Desenvolver a coordenação motora e criatividade.
Expressar seu conhecimento sobre lenda;
Desenvolver a coordenação motora e criatividade.
5 - DESENVOLVIMENTO:
1ª momento:
Apresentação do grupo 1 e do tema.
Explicar os objetivos, questionar sobre o que eles sabem. Espaço para que eles contem o que conhecem.
2ª momento:
Contação da lenda do Saci,fazendo um resgate da cultura brasileira e deixando em aberto para que eles completem.
Apresentação do grupo 1 e do tema.
Explicar os objetivos, questionar sobre o que eles sabem. Espaço para que eles contem o que conhecem.
2ª momento:
Contação da lenda do Saci,fazendo um resgate da cultura brasileira e deixando em aberto para que eles completem.
3ª momento:
Apresentação do grupo 2 e explicando a atividade proposta.: origami do Saci.
Atividade: Dobradura e colorir o Saci.
4ª momento:
Expor o Saci e despedida.
Apresentação do grupo 2 e explicando a atividade proposta.: origami do Saci.
Atividade: Dobradura e colorir o Saci.
4ª momento:
Expor o Saci e despedida.
6 - RECURSOS: Lenda
do Saci; folhas de oficio; lápis para colorir; cola; molde do Saci.
7 - AVALIAÇÃO E/OU
OBSERVAÇÕES GERAIS:
A avaliação ocorreu
durante toda a aula com base na participação e na criação da atividade.
Observações:
A turma é participativa, sempre interagindo e contando seu ponto de vista e são bem criativos.
Observações:
A turma é participativa, sempre interagindo e contando seu ponto de vista e são bem criativos.
GRUPO: 1 e 2
ALUNOS(AS): Grupo1: - Cláudia / Débora / Luciana / Margareth
Grupo 2: Bárbara Catarine / Lidiane / Munique / Queila / Thais do Nascimento / Stephanie
Grupo 2: Bárbara Catarine / Lidiane / Munique / Queila / Thais do Nascimento / Stephanie
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
FOLCLORE
ATIVIDADE DOS GRUPOS de PPIP/CDPEF
Terceiro Bimestre
OBJETIVOS:
Compreender
o Folclore enquanto expressão da cultura popular e sua importância para todos
nós;
Perceber,
através da pesquisa e estudo, a relação que existe entre o meio ambiente, nossas
raízes históricas, sociais e a produção cultural;
Compreender-se
enquanto sujeito histórico, produtor e consumidor de cultura;
Compreender
a produção folclórica como legado que vai se transformando com a história.
O que é Folclore?
Como as escolas trabalhavam o Folclore e como é trabalhado ATUALMENTE?
Em pleno século XXI, a escola não pode se fechar para o mundo e achar
que o trabalho sobre Folclore se resume em pintar mitos como o saci... Ou
ainda, recontar as lendas de forma descontextualizada, distante da realidade
sem relacioná-las ao cotidiano que lhe deu origem, assim como, perceber que
outras lendas continuam surgindo como forma de entender e de explicar o mundo.
Os boatos, os ditos e outras produções da cultura dita popular e muitas vezes
menosprezada pelo conhecimento científico têm sua importância e são
oportunidades riquíssimas de trabalhar a criatividade, proporcionar o
envolvimento com linguagens variadas e espaço para produção de nossos alunos e
alunas.
Os alunos e alunas que trabalham conosco nas salas do Ensino
Fundamental assistem a tv, sabem usar o computador, navegam na internet, têm
acesso ao celular... Ou seja, lidam com diversos equipamentos interessantes e
que muitas vezes não são aproveitados no ambiente escolar, pela falta de
recursos ou pela própria proposta pedagógica. Como podemos trabalhar o Folclore
de forma interessante para esses alunos e alunas? Quais temas podem ser atuais
e interessantes para eles e elas?
1 – TODOS OS GRUPOS:
PESQUISA
SOBRE FOLCLORE – ORIGEM, CONCEITO, IMPORTÂNCIA PARA A CULTURA E COMO A
ESCOLA DEVERIA TRABALHAR ESTE TEMA.
ELABORAR
PLANO DE AULA COM O TEMA FOLCLORE, CONTEXTUALIZANDO-O DE FORMA
INTERDISCIPLINAR. NÃO ESQUECER DE RELACIONAR AO TEMA DO PP DESTE ANO DE 2012.
2 - MURAL INTERATIVO
OBSERVAÇÃO – TODOS OS MURAIS
DEVEM CONTER O TÍTULO E OBJETIVO. MURAL TEMÁTICO e INTERATIVO (EXPOR NO
CORREDOR PRINCIPAL – CAVALETES).
Grupo 1 E 2 – Mitos
e Lendas
Objetivos:
Conceituar mito e lenda;
Apresentar de forma resumida um
pouco da mitologia indígena, africana e portuguesa;
Valorizar a cultura popular e as
nossas raízes;
Propor alguma forma de interação
a partir do mural.
Observação
Sugestão de links:
Mitologia indígena
Mitologia portuguesa
Mitologia Africana
GRUPO 3 e 4 – Lenda ou Realidade
Objetivos:
Perceber que as lendas são
construídas a partir de um contexto sócio-histórico;
Compreender a riqueza das lendas
como forma, também de explicar e entender o mundo;
Provocar os alunos para
“repensarem” alguns fatos, valores ou conceitos que muitas vezes são e/ou foram
entendidos como lendas, boatos, mistérios e que algumas pesquisas ou mesmo a
própria história já levanta questionamentos sobre a possível veracidade desses
fatos.
Confeccionar um mural interativo
com enquête.
Exemplo:
O HOMEM FOI À LUA? LENDA OU
FATO?
A TECNOLOGIA E O UNIVERSO.
SATÉLITES. AS CÂMERAS QUE FOTOGRAFAM O ESPAÇO.
MANGA COM LEITE FAZ MAL À
SAÚDE?
Grupo 5 e 6 – Lendas
Urbanas
Objetivos:
Conceituar lenda urbana;
Compreender que o Folclore é uma
produção do homem que se transforma no contexto sócio histórico;
Dar exemplos de Lendas urbanas;
Realizar um mural interativo,
onde os alunos poderão registrar lendas urbanas que conhecem.
Exemplo
A INTERNET E AS LENDAS
URBANAS
NOS SITES DE RELACIONAMENTO ENCONTRAMOS MUITAS LENDAS, HISTÓRIAS.
OUTRO FATO INTERESSANTE É
COMO OS “BOATOS” SE PROPAGAM FACILMENTE PELA VELOCIDADE DO MUNDO GLOBALIZADO.
CONECTADOS À REDE, TECEMOS INFORMAÇÕES, QUE MUITAS VEZES, SÃO VERDADEIRAS
LENDAS DO MUNDO VIRTUAL.
MUITOS
FILMES EXPLORAM AS LENDAS URBANAS.
SERÁ
QUE O SACI SERIA RECONHECIDO, HOJE, COMO ET?
O mito dos Vampiros
Na Mesopotâmia, Grécia e Roma Antiga
já existiam boatos sobre sugadores de sangue, porém, foi na Europa Moderna que a história ganhou força. O pavor era tanto que
muitos foram assassinados sob acusação de ser uma dessas criaturas.
Essa histeria residia, sobretudo, na ignorância sobre o ciclo de decomposição do corpo humano e no fato de que algumas doenças podem originar comportamento e aparência vampirescos:
Exumação: Se um caixão fosse aberto e o corpo estivesse preservado, retorcido, ou se houvesse presença de sangue na boca e nariz do morto, não havia dúvida: tratava-se de um vampiro. O que ninguém sabia é que, dependendo da temperatura, umidade e tipo de solo, os corpos levam mais tempo para se decompor; que por causa de erros de diágnósticos comuns pelo atraso na área da medicina da época, as pessoas tentavam sair do caixão após serem enterradas vivas, como portadores de catalepsia; e que durante a decomposição, é possível que sangue e outros fluidos sejam expelidos pelas cavidades do corpo.
Doenças: Certas pessoas acusadas de vampirismo podiam, no fundo, ser portadores de porfiria, doença rara catalogada apenas no fim do século XIX. As vítimas são altamente sensíveis à luz solar, podem sofrer delírios e ter boca e dentes avermelhados. Por não saírem de dia, são pálidas como vampiros. Além disso, mortes em série atribuídas a vampiros eram, na verdade, fruto de epidemias, como raiva, cólera ou a peste bubônica, pouco conhecidas na época. Para agravar, portadores da peste bubônica podiam sangrar pela boca e portadores da raiva são sensíveis à luz.
Essa histeria residia, sobretudo, na ignorância sobre o ciclo de decomposição do corpo humano e no fato de que algumas doenças podem originar comportamento e aparência vampirescos:
Exumação: Se um caixão fosse aberto e o corpo estivesse preservado, retorcido, ou se houvesse presença de sangue na boca e nariz do morto, não havia dúvida: tratava-se de um vampiro. O que ninguém sabia é que, dependendo da temperatura, umidade e tipo de solo, os corpos levam mais tempo para se decompor; que por causa de erros de diágnósticos comuns pelo atraso na área da medicina da época, as pessoas tentavam sair do caixão após serem enterradas vivas, como portadores de catalepsia; e que durante a decomposição, é possível que sangue e outros fluidos sejam expelidos pelas cavidades do corpo.
Doenças: Certas pessoas acusadas de vampirismo podiam, no fundo, ser portadores de porfiria, doença rara catalogada apenas no fim do século XIX. As vítimas são altamente sensíveis à luz solar, podem sofrer delírios e ter boca e dentes avermelhados. Por não saírem de dia, são pálidas como vampiros. Além disso, mortes em série atribuídas a vampiros eram, na verdade, fruto de epidemias, como raiva, cólera ou a peste bubônica, pouco conhecidas na época. Para agravar, portadores da peste bubônica podiam sangrar pela boca e portadores da raiva são sensíveis à luz.
Grupos 7 e 8 – Ditados populares
Objetivos:
Pesquisar ditados populares e
compreender que provérbios e ditos têm uma grande importância no contexto
social;
Conhecer a origem de alguns
ditados;
Perceber que os ditados são
modificados com o decorrer da história e perdem suas reais características que
lhe deram origem, ganhando outros significados ou ainda, perdendo o sentido.
Fonte para pesquisa:
3 - AULAS
OUTROS TEMAS QUE PODEM SER DESENVOLVIDOS
QUAIS ÁREAS DO CONHECIMENTO e TEMAS PODEMOS TRABALHAR?
SUGESTÕES PARA VOCÊS
QUANDO ESTIVEREM LECIONANDO NAS ESCOLAS DO ENSINO FUNDAMENTAL E/OU EDUCAÇÃO
INFANTIL
O HOMEM FOI À LUA? LENDA OU
FATO?
A TECNOLOGIA E O UNIVERSO. SATÉLITES. AS CÂMERAS
QUE FOTOGRAFAM O ESPAÇO.
SÃO JORGE – A LENDA
A LUA NAS LENDAS INDÍGENAS.
POR QUAL MOTIVO OS ÍNDIOS CULTUAVAM A LUA?
O ASTRANAUTO – QUE TRABALHO É ESSE?
E EU? EU VIVO SEMPRE NO MUNDO DA LUA!
E EU? EU VIVO SEMPRE NO MUNDO DA LUA!
TV E FOLCLORE.; QUE PERSONAGENS DO FOLCLORE BRASILEIRO ENCONTRAMOS NAS OBRAS APRESENTADAS
PELA TV? (SUGESTÃO: MONTEIRO LOBATO- SÍTIO DO PICAPAU AMARELO/).
(TECNOLOGIA)
COM A MÍDIA, AS LENDAS PASSARAM A SER PROPAGADAS MAIS RAPIDAMENTE, ATINGINDO UM
GRANDE NÚMERO DE PESSOAS.
QUEM CONTA UM CONTO... AUMENTA UM PONTO
QUANTO A TV INVENTA MODA... INVENTA MODOS, "INVENTA A GENTE"...
QUEM CONTA UM CONTO... AUMENTA UM PONTO
QUANTO A TV INVENTA MODA... INVENTA MODOS, "INVENTA A GENTE"...
A INTERNET E AS LENDAS URBANAS
NOS SITES DE RELACIONAMENTO ENCONTRAMOS MUITAS
LENDAS, HISTÓRIAS.
OUTRO FATO INTERESSANTE É COMO
OS “BOATOS” SE PROPAGAM FACILMENTE PELA
VELOCIDADE DO MUNDO GLOBALIZADO. CONECTADOS À REDE, TECEMOS INFORMAÇÕES, QUE
MUITAS VEZES, SÃO VERDADEIRAS LENDAS DO MUNDO VIRTUAL.
CULINÁRIA
BRINCADEIRAS
E BRINQUEDOS
CANTIGAS
E ACALANTOS
Enfoques: Matemática, Português, História/Geografia e Artes:
Folclore, Regiões do Brasil; Medidas, Frações, Situações Problema; Construção
de texto, Leitura, Interpretação; Alimentos, Higiene, O Planeta. A Lua –
Satélite da Terra. O espaço. Os planetas. Novos planetas. As transformações do
planeta...
Recursos e atividades:
Marcas
da história: O Folclore Brasileiro. Realização de pesquisas sobre a origem dos
mitos do nosso Folclore; Lendas, brincadeiras, parlendas, cantigas, acalantos,
adivinhações, festas populares e etc. Lendas urbanas do nosso município
(pesquisa junto aos pais de algumas lendas urbanas conhecidas por eles).
As lendas do Orkut – Lendas e tecnologias. O quanto as tecnologias influenciam o nosso cotidiano. Lendas da internet. Convidar os pais e avós para que contem algumas lendas para a turma. Trabalhar com o material da Turma da Mônica em quadrinhos: http://www.monica.com.br/comics/folclore/welcome.htm
As lendas do Orkut – Lendas e tecnologias. O quanto as tecnologias influenciam o nosso cotidiano. Lendas da internet. Convidar os pais e avós para que contem algumas lendas para a turma. Trabalhar com o material da Turma da Mônica em quadrinhos: http://www.monica.com.br/comics/folclore/welcome.htm
As lendas e o meio ambiente. Mostrar que as lendas acontecem de forma contextualizada. A pesquisa científica e o planeta: “Et” - Quem é esse cara?; “Será que o homem foi à lua?”; “A lua nas lendas”. “A lua e a sua influência na natureza”: fases, agricultura, marés e etc. A NASA. Os astronautas. A tecnologia no espaço.
Os mitos e seus papéis no meio ambiente (Ex.: a função do
curupira é proteção da mata). Montar um livrinho da turma que explique os mitos
e suas origens. Sugestão de Livro - Mistérios da Pindorama de Marion Villas
Boas.
A culinária. A transformação das receitas com a influência
de outras culturas. Confeccionar receitas. Pesquisar sobre pratos típicos das
regiões brasileiras.
A história e os alimentos: Programa “Pé De Quê?” Trabalhar noções de higiene e cuidados na manipulação de alimentos. Trabalhar medidas na confecção de receitas. Montagem de livro de receitas.
A história e os alimentos: Programa “Pé De Quê?” Trabalhar noções de higiene e cuidados na manipulação de alimentos. Trabalhar medidas na confecção de receitas. Montagem de livro de receitas.
Trabalho com textos diversos: lendas, trava língua,
adivinhações, cantigas de roda. Construir textos coletivos sobre temas do
folclore.
Escrever histórias em forma de quadrinhos. Montar um livro
de ditados populares. Pesquisar brincadeiras antigas na família das crianças.
Resgatar essas brincadeiras.
Convidar responsáveis para ensinar brincadeiras de quando
eram crianças. Brincar com trava línguas e parlendas. Oferecer atividades de
desenho, pintura e colagem. Criar um blog registrando as atividades realizadas.
Postar desenhos, pesquisas, adivinhações, entrevistas sobre o tema. Trabalhar
com rimas. Atividades com sucata – artesanato, confecção de instrumentos,
fantoches etc.
Realizar atividades de teatro e dança. Utilização de
vídeos, sala de leitura, laboratório de informática, biblioteca, mala de
aventura e etc.
FONTE: PLANO DE AÇÃO CARMELINHA 2010
FOLCLORE
Proteção
Jurídica
Existe
uma proteção jurídica para o folclore. Está na Constituição Federal:
Art. 215. “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e difusão das manifestações culturais.”
Art. 215. “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e difusão das manifestações culturais.”
A
importância do Estudo do Folclore
O
Estudo do folclore é o estudo da alma de um país, é o estudo do modo de ser da
gente, do povo, das suas maneiras de pensar, de agir e sentir. É a mentalidade
de um povo. É a lição que nos vem sendo transmitida através das gerações.
Se não conhecemos a mentalidade de um
povo, não conheceremos os efeitos de uma vida futura. A sementeira só germinará
se anteriormente o terreno for estudado, conhecido e preparado.
O
Folclore na Escola
O
folclore não está desvinculado do cotidiano do aluno, desde que o professor
esteja atento ao fato de que o folclore é a origem de tudo o que a cultura
humana vem construindo e sofisticando através dos séculos.
Na sala de aula pode estar presente
em várias disciplinas, embora sua maior aplicação esteja no setor de linguagem
oral e escrita, com a amplitude dos contos. A criança é conduzida a um mundo de
fantasias. O conto é um veículo educativo, usado nas mais antigas civilizações.
Os provérbios, que representam a condensação da sabedoria, as adivinhas, que
são testes de conhecimentos, as parlendas, os jogos, os brinquedos que
estimulam as relações sociais e reafirmam a unidade do grupo.
Na História do Brasil, na Geografia e
nas Ciências, as lendas relativas à escravidão, mineração, bandeiras, os heróis
brasileiros etc.
Em Matemática, inúmeras fórmulas e outras contribuições em parlendas, poesias e jogos.
Em Matemática, inúmeras fórmulas e outras contribuições em parlendas, poesias e jogos.
Em Artes, enfatizam-se os trabalhos
manuais, artesanatos, uso do material local, música, melodia, instrumentos.
O aproveitamento do folclore no
Ensino Fundamental é das mais válidas contribuições, pela intenção formativa e
pelo caráter de nacionalidade que imprime.
Autoria Desconhecida
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