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terça-feira, 2 de outubro de 2012

PESQUISA E ELABORAÇÃO DE MURAL PARA O FOLCLORE - LENDAS URBANAS/ GRUPO 5 e 6

Mural Interativo: Lendas Urbanas
Grupo 5 e 6

Objetivos: Resgatar as lendas criadas nas cidades; Aumentar o repertorio de lendas conhecidas.

Lendas Urbanas

Loira do BanheiroUma aluna (algumas vezes uma professora) loira e muito bonita que aparece nos banheiros dos colégios assustando os estudantes que matam aula. Uma constate em todas as versões é o algodão, a Loira está sempre envolta nele, ou com ele saindo de suas feridas, olhos e ouvidos. Em outras versões ela é uma aluna que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula , após sua morte, seu espirito passou a ficar vagando pelos banheiros assustando os alunos que matam aula como ela fazia.

Menina da Estrada Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira (que pode ser trocada por uma índia) que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam, quando um resolve parar (muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo, chegando lá a bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma das lápides.

Velho do SacoDerivada dos mendigos que permeiam todas as cidades, essa lenda é usada pelas mães para assustar os meninos malcriados que saem para brincar sozinhos na rua. De acordo com ela, um velho malvestido, e com um enorme saco de pano nas costas, anda pela cidade levando embora as crianças que fazem “arte”.

PalhaçoEla foi bem difundida em meados dos anos 90. Grande parte de sua fama deriva das Notícias Populares, de acordo com ele, uma gangue de palhaços (que às vezes tinham também uma bailarina entre eles) rondava os grandes centros numa Kombi branca, parando nas praças onde apresentavam seu show; no meio da bagunça eles raptavam as crianças.

Dama de VermelhoA Dama de Vermelho possui várias lendas, mas a mais conhecida seria a que ela é uma mulher muito bonita que seduz festeiros na quarta-feira de cinzas.

Compasso: Brincadeira que reúne um grupo de pessoas, que utilizam um compasso para invocar espíritos. Muito praticada por jovens em festas e nas escolas.

Grupo 5: Aline Santos, Amanda Batista e Alessandra Oliveira.
Grupo 6: Barbara Fernandes, Darliane Nascimento, Ester Cândida, Larissa Pimentel, Mariana Sancas, Natália Machado & Thais Ribeiro.hospedagem php

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

MURAL INTERATIVO - MITOS PORTUGUESES, AFRICANOS E INDÍGENAS


Objetivos Pedagógicos: Integrar-se um pouco das outras culturas que integram a nossa; Reconhecer o que são mitos, mitologia, suas origens e curiosidades.



O que são mitos?
Os mitos são histórias sobre um passado bem distante que, ao mesmo tempo, dão sentido à vida no presente, pois explicam como o mundo, os seres e as coisas vieram a ser como são.
Os mitos se relacionam com a vida social, os rituais, a história e o modo de viver e pensar de cada sociedade e, por isso, expressam maneiras diferentes de ver a vida, a morte, o mundo, os seres, o tempo, o espaço...

foi na Grécia Antiga que surgiu a palavra mito. Em grego, mito se escreve assim: mythos.

E o que é mitologia?
A mitologia é o estudo dos mitos e de seus significados
São geralmente pessoas mais velhas, que possuem um grande conhecimento das tradições culturais de seu povo. Suas histórias são apreciadas por toda a comunidade.
 
Mitologia Indigena
Amanda:
Amanda significa chuva em tupi. Obviamente, habita nas tempestades, e sua forma humana é uma de uma Índia imponente e caprichosa. É representada por desenhos simples de chuvas. Suas áreas de atuação estão totalmente ligadas ao clima.

Araci:
Deusa do amor, da noite, das artes e do prazer, mãe de Rudá, espírito ligado a paixão. É representada como a lua, ou como uma índia lindíssima de cabelos brilhosos e olhos prateados. Suas áreas de atuação são sombras, cura, amor, musica e paixão.

Guaraná:
Linda índia que se apaixonou por Rudá, o espírito do amor carnal e da paixão. Por não poder viver seu amor, ela chorou copiosamente, gerando a planta que gera o fruto que leva seu nome. Onde há um fruto de guaraná, este espírito (e sua manifestação) poderá ver e ouvir o que acontece. Ela atua nas áreas da adivinhação e plantas.

Pombero:
Espírito das travessuras. Apresenta-se como um pequeno índio de pele verde. Suas áreas de atuação são engano, ilusão e confusão.

Tau:
Deus das sombras, do mal, das doenças e da morte. É o pai de sete monstros legendários, cuja mãe é Kerana, uma linda índia capturada por este maldito espírito. É personificado como um forte homem de sombra de cabelos longos arrepiados e olhos brancos assustadores. Suas áreas de atuação são: doença, mal, sombras e morte.

 

Mitologia portuguesa

Lenda do Penedo do Ladrão:
Uma mulher ia com cesto na cabeça levar o almoço ao homem, perto das proximidades do trabalho lhe apareceu um ladrão. Ela que mal ganhara para o sustento, ofereceu-lhe a única coisa que lhe ocorreu e parecia aceitável no momento - a cabaça do vinho. O ladrão não se mostrou de cerimônias e, aproveitando a oferta, começou por entornar regaladamente nas goelas sedentas o vinho. A mulher, rápida que nem um Gamo enterrou a faca do pão no pescoço do valente que por certo já teria enfrentado perigos maiores....

Lenda de Caria:
Diz-se que na famosa "Casa da Torre" terá habitado uma família moura. A filha apaixonou-se por um jardineiro, os pais que não aprovavam o namoro resolveram manda-la para um monte longínquo, onde dormia numa toca e de onde só voltava ao fim de semana.
Dizem que a moura longe do seu apaixonado só chorava e quando voltava para perto deste só ria.

Lenda de Beja:
Conta a lenda que quando Beja era uma pequena localidade de cabanas rodeada de um compacto matagal, uma serpente assassina era o maior problema da população. A solução para este dilema passou por assassinar a serpente, feito alcançado deixando um touro envenenado na floresta onde habitava a serpente. É devido a esta lenda que existe um touro representado no brasão de Beja.

 
Lenda do Vinho:
Conta a lenda que um cidadão romano trouxe para a Europa a planta da vinha. Quando a trouxe plantou-a num osso de galo. A viagem continuou e a plantinha cresceu, então passou-a para um osso de leão. Como não parasse de crescer o homem teve de mudá-la e então utilizar um osso de burro.
Diz a lenda que é por isso que quem bebe pouco fica alegre como um galo, quem bebe um pouco mais fica forte como um leão e quem bebe muito fica burro como um burro.

Mitologia Africana


NANÃ:
Nanã era rainha de um povo e tinha poder sobre os mortos. Para roubar esse poder, Oxalá casou com ela, mas não ligava para a mulher. Então, Nanã fez um feitiço para ter um filho. Tudo aconteceu como ela queria, mas, por causa do feitiço, o filho (Omulu ) nasceu todo deformado; horrorizada, Nanã jogou-o no mar para que morresse. Como castigo pela crueldade, quando Nanã engravidou de novo, Orunmilá disse que o filho seria lindo, mas se afastaria dela para correr mundo. E nasceu Oxumaré, que durante 6 meses vive no céu como o arco-íris, e nos outros 6 é uma cobra que se arrasta no chão.

OMOLU/OBALUAÊ:
Houve uma festa e todos os Orixás estavam presentes. Menos Omolu que ficara do lado de fora. Ogum pergunta por que o irmão não vem e Nanã responde que é por vergonha de suas feridas causadas pelas doenças. Ogum resolve ajudá-lo e o leva até a floresta onde tece para ele uma roupa de palha que lhe cobre o corpo todo. O filá! Mas a ajuda não dá muito certo, pois muitos viram o que Ogum fizera e continuava a ter nojo de dançar com o jovem Orixá, menos Iansã, altiva e corajosa, dança com ele e com eles o vento de Iansã que levanta a palha e para espanto de todos, revela um homem lindo, sem defeito algum. Todos os Orixás presentes, ficam estupefatos com aquela beleza, principalmente Oxum,que se enche de inveja, mas agora é tarde, Omolu, não quer mais dançar com ninguém.
Em recompensa pelo gesto de Iansã, Omolu dá a ela o poder de também reinar sobre os mortos. Mas daquele dia em diante, Omolu declarou que somente dançaria sozinho!

Vampiros na África:
O costume vampírico-bruxo, era voltado aos bruxos, que após a sua morte, voltavam para sugar o sangue de suas vítimas adormecidas. Cada tribo africana mantinha codinomes para os seus mitos vampirescos. Na tribo Ashanti, na região oeste do país, o nome dado ao vampiro é Obayifo que era um indivíduo que morava na tribo e mantinha hábitos de viver à noite, sugar o sangue das pessoas da tribo, e era considerado um bruxo. Já na tribo Dahomeanos, o nome dado ao vampiro é Asiman e por fim na tribo Ashanti de Ghana na África ocidental, o vampiro é chamado de Asasabonsam, tinha características de humanoide com pés em formas de garra. Narram os pesquisadores, que Asasabonsam mantinha o costume de viver na floresta, no alto de árvores, e com suas garras capturar suas vítimas.


IBEJI:
Existiam num reino dois pequenos príncipes gêmeos que traziam sorte a todos. Os problemas mais difíceis eram resolvidos por eles; em troca, pediam doces balas e brinquedos. Esses meninos faziam muitas traquinagens e, um dia, brincando próximos a uma cachoeira, um deles caiu no rio e morreu afogado. Todos do reino ficaram muito tristes pela morte do príncipe. O gêmeo que sobreviveu não tinha mais vontade de comer e vivia chorando de saudades do seu irmão, pedia sempre a orumilá que o levasse para perto do irmão. Sensibilizado pelo pedido, orumilá resolveu levá-lo para se encontrar com o irmão no céu, deixando na terra duas imagens de barro. Desde então, todos que precisam de ajuda deixam oferendas aos pés dessas imagens para ter seus pedidos atendidos.
 


GRUPOS: 1 E 2